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Cuba destaca importância de Cúpula ALBA na Bolívia
O embaixador cubano na Bolívia, Rafael Dausá, destacou hoje os alcances da VII Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), nos dias 16 e 17 de outubro próximo, na cidade de Cochabamba.
Fonte
Prensa Latina
Data
O embaixador cubano na Bolívia, Rafael Dausá, destacou hoje os alcances da VII Cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), nos dias 16 e 17 de outubro próximo, na cidade de Cochabamba.
Em declarações à Prensa Latina, o diplomata enfatizou temas econômicos que serão tratados pelos dignitários do Equador, Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Dominica, Honduras, São Vicente e as Granadinas e Antiga e Barbuda.
Em particular, destacou o estratégico que é aprovar o Sistema Único de Compensação Regional (SUCRE), a moeda regional que facilitaria o auge do comércio entre as nações desse mecanismo de integração.
A Bolívia também explicará a profundidade dos princípios do Tratado de Comércio dos Povos (TCP), acrescentou. O TCP é uma proposta defendida pelo presidente Morales, como resposta ao esgotamento do modelo neoliberal, fundado na desregulamentação, privatização e abertura indiscriminada dos mercados, que os Estados Unidos impulsiona na América do Sul.
Em reiteradas ocasiões o mandatário propôs esse orçamento como uma política alternativa frente à competitividade do Tratado de Livre Comércio (TLC).
Também estimou como fundamental o convênio que os estadistas avaliarão a respeito das bases gerais para a facilitação do comércio na zona econômica de desenvolvimento compartilhado pela ALBA.
Destacou entre outros projetos a constituição da empresa grande-nacional de importações e exportações ALBAIMEX.
A Cúpula será palco propício, ademais, disse, para um encontro de empresários e uma feira, reuniões que também permitirão fortalecer este tipo de vínculos.
O chefe da delegação cubana em La Paz considerou que a Bolívia deu um matiz especial a esta Cúpula da ALBA com o encontro de organizações sociais de uns 40 países, segundo o comitê organizador.
Na opinião de Dausá, a atual conjuntura política em que se desenvolve este fórum, como o golpe de Estado em Honduras -um país membro da ALBA- ou os acordos Bogotá-Washington, sobre a instalação de bases militares que ameaçam a região, indicarão o pronunciamento solidário do bloco.
O encerramento da VII Cúpula da ALBA será no dia 17 de outubro no estádio cochabambino Félix Capriles, com uma massiva concentração das organizações sociais da Bolívia e convidados do continente.
Em declarações à Prensa Latina, o diplomata enfatizou temas econômicos que serão tratados pelos dignitários do Equador, Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Dominica, Honduras, São Vicente e as Granadinas e Antiga e Barbuda.
Em particular, destacou o estratégico que é aprovar o Sistema Único de Compensação Regional (SUCRE), a moeda regional que facilitaria o auge do comércio entre as nações desse mecanismo de integração.
A Bolívia também explicará a profundidade dos princípios do Tratado de Comércio dos Povos (TCP), acrescentou. O TCP é uma proposta defendida pelo presidente Morales, como resposta ao esgotamento do modelo neoliberal, fundado na desregulamentação, privatização e abertura indiscriminada dos mercados, que os Estados Unidos impulsiona na América do Sul.
Em reiteradas ocasiões o mandatário propôs esse orçamento como uma política alternativa frente à competitividade do Tratado de Livre Comércio (TLC).
Também estimou como fundamental o convênio que os estadistas avaliarão a respeito das bases gerais para a facilitação do comércio na zona econômica de desenvolvimento compartilhado pela ALBA.
Destacou entre outros projetos a constituição da empresa grande-nacional de importações e exportações ALBAIMEX.
A Cúpula será palco propício, ademais, disse, para um encontro de empresários e uma feira, reuniões que também permitirão fortalecer este tipo de vínculos.
O chefe da delegação cubana em La Paz considerou que a Bolívia deu um matiz especial a esta Cúpula da ALBA com o encontro de organizações sociais de uns 40 países, segundo o comitê organizador.
Na opinião de Dausá, a atual conjuntura política em que se desenvolve este fórum, como o golpe de Estado em Honduras -um país membro da ALBA- ou os acordos Bogotá-Washington, sobre a instalação de bases militares que ameaçam a região, indicarão o pronunciamento solidário do bloco.
O encerramento da VII Cúpula da ALBA será no dia 17 de outubro no estádio cochabambino Félix Capriles, com uma massiva concentração das organizações sociais da Bolívia e convidados do continente.
