Antonio Guerrero recebe nova sentença: 21 anos e 10 meses de cárcere
Antonio Guerrero, um dos cinco cubanos presos nos Estados Unidos, recebeu nesta terça-feira uma nova sentença de 21 anos e 10 meses de cárcere. De acordo com o site Cubadebate, que cita fontes nessa cidade, a decisão coube à juíza Joan Lenard, da Corte Federal de Miami, que fora a responsável pelo veredicto original. 
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Agencia Cubana de Noticia
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Antonio Guerrero, um dos cinco cubanos presos nos Estados Unidos, recebeu nesta terça-feira uma nova sentença de 21 anos e 10 meses de cárcere. De acordo com o site Cubadebate, que cita fontes nessa cidade, a decisão coube à juíza Joan Lenard, da Corte Federal de Miami, que fora a responsável pelo veredicto original.   

A audiência de Tony celebrou-se nesta terça-feira, às 10h30 da manhã, como previamente estava estabelecida. Contrário ao planejado originalmente, o ato de ré-sentença de Fernando González e Ramón Labañino, dois dos cinco antiterroristas cubanos presos injustamente em E.U, fora adiado pela própria magistrada, em resposta a uma petição da defesa.

As condenações de ambos —junto com Antonio Guerrero— iam ser revistas em correspondência com a decisão do 11º Circuito de Apelações de Atlanta, que indicou que as sanções foram impostas incorretamente e em conseqüência as anulou. 

Com esse fim, Ramón, Antonio e Fernando se encontram desde finais de agosto passado no Centro de Detenção Federal de Miami, onde foram levados procedentes das diferentes prisões em que estão confinados. 

Os advogados coincidem na preocupação de Antonio, Ramón, Fernando e René González pela situação de Gerardo Hernández, excluído do processo de revisão junto com René, afirma o site www.antiterroristas.cu

Thomas Goldstein, especialista em litígios ante a Corte Suprema, opinou em recente visita a Havana que os esforços do time jurídico demonstrarão que é absurda a condenação de conspiração para cometer assassinato pela qual Gerardo tem uma das duas prisões perpétuas a que tem sido condenado. Dentro da arbitrariedade e ilegalidade deste caso, o tratamento recebido por Gerardo é ainda a injustiça maior. 

Os Cinco foram apresados em Miami em 1998 e condenados a penas que vão de 15 anos de prisão a duas prisões perpétuas, por monitorarem a atividade anticubana de grupos terroristas assentados na Flórida.