Economia cubana crescerá 3,4 por cento em 2012
Cuba planifica um crescimento de 3,4 por cento do Produto Interno Bruto para 2012, segundo informou hoje o ministro de Economia e Planejamento, Adel Yzquierdo.
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Prensa Latina
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Cuba planifica um crescimento de 3,4 por cento do Produto Interno Bruto para 2012, segundo informou hoje o ministro de Economia e Planejamento, Adel Yzquierdo.

Durante a apresentação do Plano da Economia e Lei do Orçamento para 2012, o titular assinalou que para a elaboração desse plano se respondeu a critérios como potenciar em termos gerais os rendimentos em divisas, sem incorrer em despesas acima das possibilidades.

Também aumentar sobre bases objetivas as produções nacionais e em particular o referido aos alimentos, propiciar poupança de portadores energéticos e diversificar a oferta de bens e serviços.

Este crescimento situa-se sob a faixa concebida na atualização da projeção até 2016, não obstante, em atenção ao meio internacional prognosticado situa-se no intervalo provável, disse.

Assinalou que ao finalizar 2011, a economia cresceu 2,7 por cento, inferior a 3 por cento planificado, enquanto se estima para o ano que vem um aumento de 3,4 por cento.

Yzquierdo sublinhou que a principal causa desses resultados no ano que conclui é o incumprimento do plano de construção e montagem para investimentos em 12 por cento.

De acordo com o titular, neste crescimento influi a esfera material, que representa 56,4 por cento, sendo os que mais crescem nesta esfera o setor agropecuário, o comércio, a indústria manufatureira, e dentro desta o açúcar, com 5,2 de crescimento.

Em comparação com o período precedente, a economia da ilha mostra um desempenho favorável, que se corresponde com o esforço que realiza o país no confronto às dificuldades impostas, entre outros, pela crise econômica internacional e o bloqueio estadounidense, considerou.

Assinalou que se estima que ao fechamento de 2011, o nível de ocupados na economia seja ligeiramente superior ao ano anterior, diminuindo os ocupados no setor estatal e se incrementando no não estatal, em correspondência com a política traçada neste sentido.