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Venezuela: América do Sul e África debatem unidade
Presidentes da América do Sul e da África debatem hoje aqui o plano de ação da II Cúpula entre ambas as regiões, documento que marcará o caminho da integração no marco de um mundo multipolar.
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Prensa Latina
Date
Presidentes da América do Sul e da África debatem hoje aqui o plano de ação da II Cúpula entre ambas as regiões, documento que marcará o caminho da integração no marco de um mundo multipolar.
Durante quatro dias, chanceleres e altos servidores públicos de cerca de 60 países expuseram na ilha venezuelana o projeto, que os chefes de Estado e de Governo enriquecerão neste sábado e manhã.
Segundo o resultado dos dias anteriores, sul-americanos e africanos apostarão nos próximos anos em fixar alianças em matéria de energia, comércio, turismo, telecomunicações, educação e transporte.
Também aparecem na agenda acordos em termos de saúde, ciência e tecnologia, meio ambiente, cultura e esportes.
De acordo com o mandatário anfitrião, Hugo Chávez, a consolidação de tais associações impulsionará o multilateralismo nas relações internacionais, atualmente dominadas - segundo detalhou - por nações que impedem o desenvolvimento do resto.
Vamos conformar dois grandes pólos de poder nesse mundo multipolar que já começou a nascer, onde não haverá mais imperialismo, advertiu ao chegar ao hotel Margarita Hilton, sede do fórum.
Segundo Chávez, a II Cúpula América do Sul - África marcará o surgimento de uma unidade capaz de derrotar a pobreza, a fome e o atraso econômico.
"Há uma revolução no Sul. Por aqui, pelo Sul, começou o caminho para a salvação da humanidade", afirmou, recordando seu recente discurso na 64a sessão da Assembléia Geral da ONU.
A respeito dos detalhes do plano de ação integrador, cuja assinatura está prevista amanhã, a criação de um banco bi-regional, bem como de redes de transporte e telecomunicações.
Divulgou-se também a iniciativa de fundar uma universidade do Sul e a assinatura de acordos para a produção e fornecimento de energia.
Durante quatro dias, chanceleres e altos servidores públicos de cerca de 60 países expuseram na ilha venezuelana o projeto, que os chefes de Estado e de Governo enriquecerão neste sábado e manhã.
Segundo o resultado dos dias anteriores, sul-americanos e africanos apostarão nos próximos anos em fixar alianças em matéria de energia, comércio, turismo, telecomunicações, educação e transporte.
Também aparecem na agenda acordos em termos de saúde, ciência e tecnologia, meio ambiente, cultura e esportes.
De acordo com o mandatário anfitrião, Hugo Chávez, a consolidação de tais associações impulsionará o multilateralismo nas relações internacionais, atualmente dominadas - segundo detalhou - por nações que impedem o desenvolvimento do resto.
Vamos conformar dois grandes pólos de poder nesse mundo multipolar que já começou a nascer, onde não haverá mais imperialismo, advertiu ao chegar ao hotel Margarita Hilton, sede do fórum.
Segundo Chávez, a II Cúpula América do Sul - África marcará o surgimento de uma unidade capaz de derrotar a pobreza, a fome e o atraso econômico.
"Há uma revolução no Sul. Por aqui, pelo Sul, começou o caminho para a salvação da humanidade", afirmou, recordando seu recente discurso na 64a sessão da Assembléia Geral da ONU.
A respeito dos detalhes do plano de ação integrador, cuja assinatura está prevista amanhã, a criação de um banco bi-regional, bem como de redes de transporte e telecomunicações.
Divulgou-se também a iniciativa de fundar uma universidade do Sul e a assinatura de acordos para a produção e fornecimento de energia.
