Chanceleres da AEC analisarão em Cuba diretrizes do mecanismo
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Prensa Latina
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Os ministros de Relações Exteriores das nações integrantes da Associação de Estados do Caribe (AEC) analisarão hoje os documentos principais que marcarão as diretrizes do mecanismo regional para o período 2016-2018.
 
Como parte da VII Cimeira da AEC, os chanceleres discutirão o Plano de Ação do organismo para a citada etapa e a Declaração Final do encontro, projetos conciliados ontem pelos Altos funcionários.
 
Em relação ao primeiro deles, o vice-ministro de Relações Exteriores de Cuba, Abelardo Moreno, explicou em declarações à imprensa que é um documento no qual se traçam as ações que serão desenvolvidas pelo bloco regional durante os dois próximos anos, assim como suas metas principais.
 
Quanto à Declaração Final, Moreno destacou que recolhe pontos importantíssimos, reflexos de consensos da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
 
Entre eles citou o apoio regional ao processo de paz na Colômbia e a condenação ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que Washington impõe a Havana há mais de meio século, assim como a ocupação ilegal mantida em uma parte do território cubano em Guantánamo.
 
Além disso, mencionou a postura comum em torno da necessidade de aperfeiçoar o enfrentamento às consequências da mudança climática, a gestão de riscos ante desastres naturais e o trabalho conjunto em matéria de turismo e transporte.
 
Em última instância, tanto o Plano de Ação como a Declaração Final deverão ser aprovados na VII Cimeira de chefes de Estado e de Governo da AEC no sábado, evento que marca a conclusão do evento.
 
Criada em 1994, a AEC tem como principal objetivo promover a consulta, a cooperação e a ação acordada entre todos os países do Caribe.
 
Neste sentido, a sétima edição de seu foro principal, que reúne em Havana representantes das 25 nações membros e os 7 Estados associados, além de 21 países e 9 organizações observadoras, se espera que seja uma contribuição política importante à unidade, cooperação, defesa da soberania dos povos e à paz da região.