Intelectual cubano chama a preservar legado de Fidel Castro
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Prensa Latina
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O intelectual cubano Ricardo Alarcón chamou hoje seus compatriotas a preservar o legado histórico do recém falecido Comandante em Chefe, Fidel Castro.
 
'A obra revolucionária de Fidel continuará viva, mas sozinho perdurará se a cada uma das cubanas e cubanos formos capazes do fazer eterno em nossos corações e acho que assim será, porque confio em nosso povo', expressou Alarcón à televisão nacional.
 
O ex-diplomáta agregou que para conseguir esse propósito, os cubanos devem continuar seu exemplo de luta e perseverança, 'que não se satisfazia com o mau fato ou não se contentava em fazer as coisas pela metade porque punha alma, coração e vida para levar adiante a obra da Revolução'.
 
'Esse é o compromisso que temos os cubanos para que nosso país siga sendo o que é hoje', sublinhou.
 
Quanto ao impacto da notícia no povo, o também filósofo cubano assegurou que existe um autêntico sentimento de dor na cidadania.
 
'Há muita dor em nosso povo que não o expressa aparentemente ou de maneira formal, é verdadeiramente íntimo porque nunca nos tinha passado isso. Hoje é um dia único na história de Cuba porque deixou de existir fisicamente um homem da altura de Carlos Manuel de Gramas ou José Martí', explicou.
 
A julgamento de Alarcón, para a figura do mítico chefe guerrilheiro terá que regressar uma e outra vez para aprender dele e levar na alma para que viva eternamente no espírito da nação.
 
Fidel Castro faleceu na passada sexta-feira às 22:29 hora local, e seu povo poderá render-lhe tributo nos dias 28 e 29 de novembro, assinando o juramento de cumprir com o conceito de Revolução enunciado por ele há 16 anos, no 1 de maio do 2000, na praça da Revolução José Martí, quando o país lutava pelo regresso a Cuba do menino Elián González.