Representantes de organizações solidárias e amigos de Cuba, reunidos na igreja Saint Stephen e Encarnación em Washington, capital dos EUA, exigiram o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro a esta Ilha, vigente há seis décadas. Coincidiram em que é preciso pôr fim a essa política, encaminhada a asfixiar a economia, provocar o caos social e cercear o processo revolucionário.
A doutora Samira Addrey, graduada em Cuba na ELAM – Escola Latino-americana de Medicina, denunciou as dificuldades e empecilhos gerados pelo cerco estadunidense, especialmente no setor da saúde, na produção de medicamentos e no desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19. Addrey, coordenadora de programas da Fundação Inter-religiosa para a Organização Comunitária Pastores pela Paz, ressaltou como esta Ilha tem contribuído à formação em medicina de jovens dos EUA, que hoje fazem seu trabalho em comunidades pobres.
No ato falou também o ministro conselheiro da embaixada cubana em Washington, Alejandro García. Disse que em meio à complexa situação ocasionada pela pandemia o governo de Joe Biden não eliminou nenhuma das medidas coercitivas unilaterais aplicadas contra Cuba, que afetam a aquisição de alimentos e de insumos para produzir medicamentos, entre outras consequências.
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Organizações solidárias nos EUA exigem fim do bloqueio a Cuba
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Radio Habana Cuba
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