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Cuba cumprirá seus compromissos com povos irmãos
Cuba não se vergará perante as dificuldades, nem renunciará a seus compromissos com os povos irmãos, disse hoje o presidente cubano Raúl Castro, ao inaugurar nesta cidade a III Cúpula Cuba-Comunidade do Caribe (CARICOM).
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ACN
التاريخ
Cuba não se vergará perante as dificuldades, nem renunciará a seus compromissos com os povos irmãos, disse hoje o presidente cubano Raúl Castro, ao inaugurar nesta cidade a III Cúpula Cuba-Comunidade do Caribe (CARICOM).
Raúl ratificou aos líderes caribenhos que o país saberá resistir ao impacto do bloqueio norte-americano, aos efeitos da crise econômica mundial e às seqüelas de três furacões para continuar seus esforços integracionistas e encontrar novos caminhos para a cooperação.
Parte disso é a oferta para a região em 2009 de 480 bolsas universitárias, destas 150 de medicina, bem como os programas de assistência na saúde e as ações da Operação Milagre para pessoas afetadas da visão.
De 2005 ao presente mais de 56 mil pessoas melhoraram ou recobraram a visão, cifra que se incrementará com três novos centros em Guaiana, Santa Luzia e Jamaica, que se somam a outros dois que já funcionam no Haiti.
Em presença dos mandatários dos 15 membros do CARICOM, Raúl recordou que nestes três anos Cuba formou 1,305 estudantes caribenhos em mais de 33 especialidades universitárias e técnicas, 567 deles em medicina.
Hoje estudam 2,927 aqui, dos quais 1,478 se formam como médicos, especificou.
O presidente cubano referiu-se à importância desta Cimeira, que se realiza numa realidade econômica incerta pelo falho da política neoliberal e uma grave crise econômica mundial em marcha, “cujo alcance e circunstâncias não é possível ainda prever”, apontou.
Em tais circunstâncias cobram maior relevância os compromissos que soubemos construir em anos recentes, onde a cooperação e solidariedade constituem os pilares de nossas relações, manifestou.
Em tal sentido enfatizou em que os projetos impulsionados e condições de fortalecer não funcionam sobre a base das regras do neoliberalismo que hoje colapsam como castelos de areia, não perseguem a vantagem comparativa ou a maximização do ganho.
Promovem o desenvolvimento, a justiça, a equidade e o bem-estar dos seres humanos, sentenciou Raúl.
Considerou que estas são razões que permitem confiar na continuidade e na fortaleza desses vínculos e as possibilidades de seguir desenvolvendo a cooperação como ingrediente essencial da integração caribenha.
Afirmou que a cada projeto, programa, intercâmbio de pessoal qualificado, transferência de tecnologia, formação de profissionais ou serviço de saúde prestado é um novo passo para a região integrada a que se aspira.
Raúl denunciou a grave crise financeira internacional e como os mais vulneráveis pagarão os maiores custos, e referiu que de um modo ou outro o desastre irresponsável originado pela especulação, o individualismo e a avareza prejudicará as economias caribenhas.
Ratificou a posição de Cuba, afirmando que a crise energética é essencialmente resultado do insustentável modelo consumista e dilapidador implantado pelos países ricos, e que não devem se utilizar alimentos para produzir combustíveis num mundo onde mais de 900 milhões de pessoas padecem de fome.
Para enfrentar tal situação, o primeiro passo deveria ser a máxima poupança no consumo de petróleo e a busca simultânea de fontes renováveis e limpas de energia, manifestou o líder.
Em seu discurso Raúl referiu-se à necessidade de participar na construção de um esquema regional amplo e diverso no contexto da integração latino-americana e caribenha.
Cuba propõe-se trabalhar firmemente a favor desse importante objetivo, sentenciou, ao referir que este esquema deve reconhecer o direito ao trato especial e diferenciado que merecem as economias pequenas, a solidariedade como base e a defesa comum do imenso patrimônio natural e cultural da região para desfrute de seus povoadores.
Raúl reiterou as boas-vindas oficiais em nome de Cuba, e em especial dos moradores de Santiago e o resto dos orientais, e transmitiu um saúdo de Fidel Castro, que qualificou do mais decidido impulsor da unidade de nossos povos.
O aniversário 36 do estabelecimento das relações diplomáticas com países da região foi recordada nesta abertura, onde se informou que lhe foi outorgada a Fidel a Ordem Honorária da Comunidade do Caribe
Baldwin Spencer, premiê de Antiga e Barbuda e presidente da conferência de chefes de Governo do CARICOM, e Edwin Carrington, secretário-geral desse bloco, também intervieram na abertura.
As duas sessões de trabalho habilitadas hoje darão como fruto uma declaração final sobre os três temas em agenda, bem como um documento sobre a posição comum com vistas à Cúpula sobre integração e desenvolvimento prevista em Salvador da Bahia, Brasil, o 16 e 17 de dezembro.
Raúl ratificou aos líderes caribenhos que o país saberá resistir ao impacto do bloqueio norte-americano, aos efeitos da crise econômica mundial e às seqüelas de três furacões para continuar seus esforços integracionistas e encontrar novos caminhos para a cooperação.
Parte disso é a oferta para a região em 2009 de 480 bolsas universitárias, destas 150 de medicina, bem como os programas de assistência na saúde e as ações da Operação Milagre para pessoas afetadas da visão.
De 2005 ao presente mais de 56 mil pessoas melhoraram ou recobraram a visão, cifra que se incrementará com três novos centros em Guaiana, Santa Luzia e Jamaica, que se somam a outros dois que já funcionam no Haiti.
Em presença dos mandatários dos 15 membros do CARICOM, Raúl recordou que nestes três anos Cuba formou 1,305 estudantes caribenhos em mais de 33 especialidades universitárias e técnicas, 567 deles em medicina.
Hoje estudam 2,927 aqui, dos quais 1,478 se formam como médicos, especificou.
O presidente cubano referiu-se à importância desta Cimeira, que se realiza numa realidade econômica incerta pelo falho da política neoliberal e uma grave crise econômica mundial em marcha, “cujo alcance e circunstâncias não é possível ainda prever”, apontou.
Em tais circunstâncias cobram maior relevância os compromissos que soubemos construir em anos recentes, onde a cooperação e solidariedade constituem os pilares de nossas relações, manifestou.
Em tal sentido enfatizou em que os projetos impulsionados e condições de fortalecer não funcionam sobre a base das regras do neoliberalismo que hoje colapsam como castelos de areia, não perseguem a vantagem comparativa ou a maximização do ganho.
Promovem o desenvolvimento, a justiça, a equidade e o bem-estar dos seres humanos, sentenciou Raúl.
Considerou que estas são razões que permitem confiar na continuidade e na fortaleza desses vínculos e as possibilidades de seguir desenvolvendo a cooperação como ingrediente essencial da integração caribenha.
Afirmou que a cada projeto, programa, intercâmbio de pessoal qualificado, transferência de tecnologia, formação de profissionais ou serviço de saúde prestado é um novo passo para a região integrada a que se aspira.
Raúl denunciou a grave crise financeira internacional e como os mais vulneráveis pagarão os maiores custos, e referiu que de um modo ou outro o desastre irresponsável originado pela especulação, o individualismo e a avareza prejudicará as economias caribenhas.
Ratificou a posição de Cuba, afirmando que a crise energética é essencialmente resultado do insustentável modelo consumista e dilapidador implantado pelos países ricos, e que não devem se utilizar alimentos para produzir combustíveis num mundo onde mais de 900 milhões de pessoas padecem de fome.
Para enfrentar tal situação, o primeiro passo deveria ser a máxima poupança no consumo de petróleo e a busca simultânea de fontes renováveis e limpas de energia, manifestou o líder.
Em seu discurso Raúl referiu-se à necessidade de participar na construção de um esquema regional amplo e diverso no contexto da integração latino-americana e caribenha.
Cuba propõe-se trabalhar firmemente a favor desse importante objetivo, sentenciou, ao referir que este esquema deve reconhecer o direito ao trato especial e diferenciado que merecem as economias pequenas, a solidariedade como base e a defesa comum do imenso patrimônio natural e cultural da região para desfrute de seus povoadores.
Raúl reiterou as boas-vindas oficiais em nome de Cuba, e em especial dos moradores de Santiago e o resto dos orientais, e transmitiu um saúdo de Fidel Castro, que qualificou do mais decidido impulsor da unidade de nossos povos.
O aniversário 36 do estabelecimento das relações diplomáticas com países da região foi recordada nesta abertura, onde se informou que lhe foi outorgada a Fidel a Ordem Honorária da Comunidade do Caribe
Baldwin Spencer, premiê de Antiga e Barbuda e presidente da conferência de chefes de Governo do CARICOM, e Edwin Carrington, secretário-geral desse bloco, também intervieram na abertura.
As duas sessões de trabalho habilitadas hoje darão como fruto uma declaração final sobre os três temas em agenda, bem como um documento sobre a posição comum com vistas à Cúpula sobre integração e desenvolvimento prevista em Salvador da Bahia, Brasil, o 16 e 17 de dezembro.
