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Sindicalistas espanhóis condenam assédio midiático contra Cuba
Mais de 200 dirigentes sindicais espanhóis expressaram hoje aqui seu apoio à Revolução cubana, ante o assédio midiático suscitado contra a ilha pelos Estados Unidos e a União Européia (UE).
مصدر
Prensa Latina
التاريخ
Mais de 200 dirigentes sindicais espanhóis expressaram hoje aqui seu apoio à Revolução cubana, ante o assédio midiático suscitado contra a ilha pelos Estados Unidos e a União Européia (UE).
Os trabalhadores, pertencentes a numerosas galhos da produção de todas as comunidades autônomas da Espanha, se somaram assim a uma declaração sindical de apoio à maior das as Antilhas, aprovada em Havana no último dia 2 de maio.
Com esta adesão, os assinantes desejam evidenciar que a nação caribenha não está só frente à torticera e malévola campanha midiática gestada nos Estados Unidos e a Europa para desacreditar ao Estado cubano, reza o manifesto.
A atual cruzada organizada pelas potências imperialistas tem seu eixo de design nos Estados Unidos e seu centro de operações na UE, denúncia o texto, ao qual teve acesso Imprensa Latina.
Enquanto o primeiro dedica milionárias máximas para promover a subversão, o descrédito e finalmente o esmagamento da Revolução cubana, o bloco comunitário demonstra uma subordinação cada vez maior a essa política agressiva, assinala.
Os sindicalistas fustigam a pretensão do imperialismo de atentar contra a imagem de respeito aos direitos humanos, avista essencial da pátria de José Martí e Fidel Castro.
Em aras de cumprir esse objetivo, se distorce e manipula a política seguida pelo governo e as organizações sociais e de volumes de Cuba, que situou o bem-estar do homem no centro de suas aspirações, sustentam.
Ressaltam que a maior das as Antilhas, apesar à brutal guerra econômica a que é submetida há quase meio século, não só resistiu, mas se desenvolveu e alcançado índices sociais similares aos de países do primeiro mundo.
Tem o mérito, além disso, de ter conseguido muito com muito pouco e fazê-lo crescer com o ato enriquecedor de compartilhá-lo, destacam os assinantes, que enaltecem o gesto do povo cubano de ir salvar milhares de vidas em outras latitudes.
Na sua declaração, os trabalhadores espanhóis reconhecem a legítima decisão de Cuba de construir seu próprio destino e rejeitam a intromissão estrangeira nos seus assuntos internos.
Exigem a cessação do criminal bloqueio norte-americano contra Havana e a libertação de cinco jovens cubanos presos nos Estados Unidos desde 1998 pelo simples feito de prevenir a seu país de ações violentas.
Se comprometem a intensificar suas ações solidárias em todos os níveis para alcançar no menor tempo possível a liberação desses cinco lutadores contra o terrorismo.
Os trabalhadores, pertencentes a numerosas galhos da produção de todas as comunidades autônomas da Espanha, se somaram assim a uma declaração sindical de apoio à maior das as Antilhas, aprovada em Havana no último dia 2 de maio.
Com esta adesão, os assinantes desejam evidenciar que a nação caribenha não está só frente à torticera e malévola campanha midiática gestada nos Estados Unidos e a Europa para desacreditar ao Estado cubano, reza o manifesto.
A atual cruzada organizada pelas potências imperialistas tem seu eixo de design nos Estados Unidos e seu centro de operações na UE, denúncia o texto, ao qual teve acesso Imprensa Latina.
Enquanto o primeiro dedica milionárias máximas para promover a subversão, o descrédito e finalmente o esmagamento da Revolução cubana, o bloco comunitário demonstra uma subordinação cada vez maior a essa política agressiva, assinala.
Os sindicalistas fustigam a pretensão do imperialismo de atentar contra a imagem de respeito aos direitos humanos, avista essencial da pátria de José Martí e Fidel Castro.
Em aras de cumprir esse objetivo, se distorce e manipula a política seguida pelo governo e as organizações sociais e de volumes de Cuba, que situou o bem-estar do homem no centro de suas aspirações, sustentam.
Ressaltam que a maior das as Antilhas, apesar à brutal guerra econômica a que é submetida há quase meio século, não só resistiu, mas se desenvolveu e alcançado índices sociais similares aos de países do primeiro mundo.
Tem o mérito, além disso, de ter conseguido muito com muito pouco e fazê-lo crescer com o ato enriquecedor de compartilhá-lo, destacam os assinantes, que enaltecem o gesto do povo cubano de ir salvar milhares de vidas em outras latitudes.
Na sua declaração, os trabalhadores espanhóis reconhecem a legítima decisão de Cuba de construir seu próprio destino e rejeitam a intromissão estrangeira nos seus assuntos internos.
Exigem a cessação do criminal bloqueio norte-americano contra Havana e a libertação de cinco jovens cubanos presos nos Estados Unidos desde 1998 pelo simples feito de prevenir a seu país de ações violentas.
Se comprometem a intensificar suas ações solidárias em todos os níveis para alcançar no menor tempo possível a liberação desses cinco lutadores contra o terrorismo.
