Raúl Castro preside ato por Dia da Rebeldia Nacional
O presidente cubano, Raúl Castro, lidera hoje aqui o ato central pelo Dia da Rebeldia Nacional, que rememora o ataque em 1953 aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Gramas.
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Prensa Latina
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O presidente cubano, Raúl Castro, lidera hoje aqui o ato central pelo Dia da Rebeldia Nacional, que rememora o ataque em 1953 aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Gramas.

Desde bem cedo, milhares de residentes nesta oriental cidade, a mais de 900 quilômetros ao leste de Havana, ocuparam a Praça da Revolução Mariana Grajales como representação dos habitantes da ilha.

Guantanameros de diversas gerações prestaram homenagem àqueles que há 59 anos marcaram uma nova etapa na luta pela independência de Cuba.

Em 26 de julho de 1953, jovens da chamada geração do centenário - em homenagem aos 100 anos do nascimento do herói nacional José Martí - atacaram os quartéis Moncada (Santiago de Cuba) e Carlos Manuel de Gramas (Granma) das tropas do ditador Fulgencio Batista.

Entre os assaltantes estavam o líder da Revolução cubana, Fidel Castro, Raúl Castro e outros que posteriormente protagonizaram a chegada do iate Granma e o surgimento do Exército Rebelde nas montanhas da oriental Sierra Maestra.

Pouco antes do começo, em Guantânamo, do ato central pelo Dia da Rebeldia Nacional, mais de uma centena de pioneiros (estudantes de nível primário) protagonizaram em Santiago de Cuba o tradicional ataque simbólico ao quartel Moncada, convertido pela Revolução em escola e museu.