أخبار
Reconhecem a Cuba por proteção de camada de ozônio
A diretora regional do PNUMA, Margarita Astrálaga, entregou a Cuba um reconhecimento por seus lucros na proteção da camada de ozônio, como parte da celebração dos 25 anos do Protocolo de Montreal.
مصدر
Prensa Latina
التاريخ
A diretora regional do PNUMA, Margarita Astrálaga, entregou a Cuba um reconhecimento por seus lucros na proteção da camada de ozônio, como parte da celebração dos 25 anos do Protocolo de Montreal.
A placa, assinada por Achim Steiner, secretário executivo do Programa de Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA); e Marco González, secretário executivo do Protocolo de Montreal, reconhece os sucessos atingidos pela ilha, bem como seus valiosos contribuas no tema.
O trabalho que desempenha a nação cubana neste sentido é um referente para a América Latina, assegurou Astrálaga no ato ao que assistiram representantes de Nações Unidas, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, e diretores do Escritório Técnico de Ozônio (OTOZ).
Em declarações a Prensa Latina, Nelson Espinosa, diretor de OTOZ, destacou a importância do reconhecimento, o qual, entre outras coisas, abre novas vias para o desenvolvimento de projetos e estratégias.
Cuba, como país firmante do tratado internacional mais exitoso em matéria meio ambiental, cumpre com seus compromissos de redução das substâncias que esgotam a camada de ozônio, e entre as medidas mais importantes adotadas estão a total eliminação da importação de clorofluorocarbonos, manifestou.
Também trabalha na eliminação progressiva dos hidroclorofluorocarbonos (HCFC), e existe o propósito de conseguir sua definitiva erradicação em janeiro do 2030.
Assinalou que no país se adotaram mais de 50 projetos e se capacitaram uns nove mil especialistas para enfrentar o repto de eliminar estas substâncias utilizando alternativas inovadoras e amigáveis com o meio ambiente.
Explicou que nestes dias, durante a 68 Reunião do Comitê Executivo do Fundo Multilateral para a Aplicação do Protocolo de Montreal, celebrada nesta própria cidade, foi aprovado o segundo trecho de um plano de gerenciamento de eliminação de HCFC no setor de produção de espumas partindo de polioles para Cuba.
Também estão previstas outras implementações para próximos anos, entre as que sobressae um projeto demostrativo de recuperação, armazenamento, transportação e destruição das substâncias esgotadoras da camada de ozônio, acotou Espinosa.
A placa, assinada por Achim Steiner, secretário executivo do Programa de Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA); e Marco González, secretário executivo do Protocolo de Montreal, reconhece os sucessos atingidos pela ilha, bem como seus valiosos contribuas no tema.
O trabalho que desempenha a nação cubana neste sentido é um referente para a América Latina, assegurou Astrálaga no ato ao que assistiram representantes de Nações Unidas, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, e diretores do Escritório Técnico de Ozônio (OTOZ).
Em declarações a Prensa Latina, Nelson Espinosa, diretor de OTOZ, destacou a importância do reconhecimento, o qual, entre outras coisas, abre novas vias para o desenvolvimento de projetos e estratégias.
Cuba, como país firmante do tratado internacional mais exitoso em matéria meio ambiental, cumpre com seus compromissos de redução das substâncias que esgotam a camada de ozônio, e entre as medidas mais importantes adotadas estão a total eliminação da importação de clorofluorocarbonos, manifestou.
Também trabalha na eliminação progressiva dos hidroclorofluorocarbonos (HCFC), e existe o propósito de conseguir sua definitiva erradicação em janeiro do 2030.
Assinalou que no país se adotaram mais de 50 projetos e se capacitaram uns nove mil especialistas para enfrentar o repto de eliminar estas substâncias utilizando alternativas inovadoras e amigáveis com o meio ambiente.
Explicou que nestes dias, durante a 68 Reunião do Comitê Executivo do Fundo Multilateral para a Aplicação do Protocolo de Montreal, celebrada nesta própria cidade, foi aprovado o segundo trecho de um plano de gerenciamento de eliminação de HCFC no setor de produção de espumas partindo de polioles para Cuba.
Também estão previstas outras implementações para próximos anos, entre as que sobressae um projeto demostrativo de recuperação, armazenamento, transportação e destruição das substâncias esgotadoras da camada de ozônio, acotou Espinosa.
