Começa em Cuba congresso de jovens criadores
A Associação Irmãos Saíz (AHS), que acolhe à arte jovem em Cuba, começa hoje seu segundo congresso nacional com a participação de seus 300 delegados em um debate sobre seu funcionamento econômico e administrativo.
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Prensa Latina
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A Associação Irmãos Saíz (AHS), que acolhe à arte jovem em Cuba, começa hoje seu segundo congresso nacional com a participação de seus 300 delegados em um debate sobre seu funcionamento econômico e administrativo.

Tal discussão segue a uma conferência sobre a implementação dos lineamentos para a atualização do modelo econômico em Cuba, que afetam a todos os setores da sociedade, incluindo a arte.

Esta cita do talento jovem pretende pensar a Cuba desde a cultura, na busca de um melhor ser humano em tempos de grandes imperativos de uma economia sustentável.

Luis Morlote, presidente de AHS, afirmou que entre os reptos desta organização que reune a uns três mil filiados está o lhe proporcionar um espaço de participação talvez da arte e acompanhar aos jovens em seus primeiros projetos.

Mais que oferecer uma mirada reduzida desde o âmbito da criação, o Congresso se propõe dialogar em suas nove comissões de trabalho com diferentes zonas que marcam hoje as realidades de Cuba.

Entre os temas mais debatidos na base destacam os desafios da criação artística, a política cultural, o papel dos artistas jovens nas transformações que vive o país e a atualização dos planos de estudo.

Entendendo a cultura em seu sentido mais abarcador, a AHS quer envolver na construção da espiritualidade nacional para além da arte, em campos tão cruciais como a educação.

Morlote assinala que têm mudado os modos de produção, e há que repensarse constantemente como organização para ser útil e lhe dar cauce à arte jovem, hierarquizando o talento.

A AHS nasceu da convergência do movimento da Nova Trova e outras tendências artísticas juvenis, para representá-los ante as instituições e garantir-lhes espaços de expressão.