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Chanceler cubano em Nações Unidas para votação sobre bloqueio
O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, chegou a Nova Iorque para uma nova votação amanhã na Assembléia Geral da ONU sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio estadunidense à ilha.
مصدر
Prensa Latina
التاريخ
O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, chegou a Nova Iorque para uma nova votação amanhã na Assembléia Geral da ONU sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio estadunidense à ilha.
Rodríguez, quem foi recebido cedo de manhã desta segunda-feira pelo representante permanente cubano, Rodolfo Reyes, intervirá na plenária de 193 países, foro onde nos últimos 21 anos o cerco de Washington tem sido recusado de maneira categórica pela comunidade internacional.
O projeto de resolução que se submeterá à Assembléia chama ao levantamento de sanções cujos danos econômicos a nação caribenhña estima se em mais de um bilhão de dólares, enquanto qualifica de incalculáveis as afectações sociais, por seu impacto em setores como a saúde.
Não existem aqui dúvidas sobre o resultado da votação, a partir das críticas que gera em cinco continentes a política do bloqueio aplicada por Estados Unidos a Cuba durante mais de meio século.
No recente debate de alto nível da Assembléia Geral da ONU, celebrado entre o 24 de setembro e o 1 de outubro, o tema do cerco norte-americano e sua rejeição voltou a estar entre os mais abordados por presidentes, chefes de Estado e chanceleres.
Mais de 40 mandatários fizeram alusão ao bloqueio e a necessidade de que cesse, vários deles com qualificativos de genocídio, ilegal, injusto e reliquia da guerra fria.
Ademais, grande quantidade de países e organismos especializados das Nações Unidas enviaram ao secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, suas considerações sobre a unilateral medida, elementos que conformarão um reporte de cara à votação.
Rodríguez, quem foi recebido cedo de manhã desta segunda-feira pelo representante permanente cubano, Rodolfo Reyes, intervirá na plenária de 193 países, foro onde nos últimos 21 anos o cerco de Washington tem sido recusado de maneira categórica pela comunidade internacional.
O projeto de resolução que se submeterá à Assembléia chama ao levantamento de sanções cujos danos econômicos a nação caribenhña estima se em mais de um bilhão de dólares, enquanto qualifica de incalculáveis as afectações sociais, por seu impacto em setores como a saúde.
Não existem aqui dúvidas sobre o resultado da votação, a partir das críticas que gera em cinco continentes a política do bloqueio aplicada por Estados Unidos a Cuba durante mais de meio século.
No recente debate de alto nível da Assembléia Geral da ONU, celebrado entre o 24 de setembro e o 1 de outubro, o tema do cerco norte-americano e sua rejeição voltou a estar entre os mais abordados por presidentes, chefes de Estado e chanceleres.
Mais de 40 mandatários fizeram alusão ao bloqueio e a necessidade de que cesse, vários deles com qualificativos de genocídio, ilegal, injusto e reliquia da guerra fria.
Ademais, grande quantidade de países e organismos especializados das Nações Unidas enviaram ao secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, suas considerações sobre a unilateral medida, elementos que conformarão um reporte de cara à votação.
