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Comunistas franceses saúdam compromisso cubano em combate ao ebola
O envio de médicos para a África para combater o ebola é uma decisão que honra a Cuba e mostra uma vez mais seu espírito de solidariedade internacional, afirmou hoje o secretário nacional do Partido Comunista Francês, Pierre Laurent.
مصدر
Prensa Latina
التاريخ
O envio de médicos para a África para combater o ebola é uma decisão que honra a Cuba e mostra uma vez mais seu espírito de solidariedade internacional, afirmou hoje o secretário nacional do Partido Comunista Francês, Pierre Laurent.
Em outubro próximo chegará a Serra Leoa uma brigada de 165 colaboradores cubanos, deles 62 médicos e 103 enfermeiros, com mais de 15 anos de experiência profissional para atender aos afetados pela febre hemorrágica.
"Nós estamos admirados da capacidade de Cuba de responder sempre presente para ajudar aos povos do mundo, sobretudo em matéria de saúde", disse Laurent.
Em declarações a Prensa Latina informou o máximo dirigente do Partido Comunista Francês (PCF) que sua organização está mais que nunca comprometida na campanha pelo levantamento do bloqueio estadunidense contra Cuba e pela libertação dos antiterroristas presos injustamente nos Estados Unidos.
"O bloqueio não tem nenhuma razão de perdurar, porque é totalmente ilegítimo e contrário ao direito internacional", expressou.
Laurent recusou também as injustas condenações impostas contra os antiterroristas cubanos René González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González e Gerardo Hernández.
Os Cinco, como se lhes conhece internacionalmente, foram presos em 1998 nos Estados Unidos e submetidos a severas penas por alertar a seu país dos atos terroristas da máfia anti-cubana de Miami.
Tanto René como Fernando já retornaram a sua pátria após cumprir de maneira íntegra sua condenação, mas Ramón, Antonio e Gerardo ainda permanecem em prisão.
O secretário nacional do PCF recebeu aqui a René, quem participou em numerosos atos durante a festa do diário La'Humanité.
Em outubro próximo chegará a Serra Leoa uma brigada de 165 colaboradores cubanos, deles 62 médicos e 103 enfermeiros, com mais de 15 anos de experiência profissional para atender aos afetados pela febre hemorrágica.
"Nós estamos admirados da capacidade de Cuba de responder sempre presente para ajudar aos povos do mundo, sobretudo em matéria de saúde", disse Laurent.
Em declarações a Prensa Latina informou o máximo dirigente do Partido Comunista Francês (PCF) que sua organização está mais que nunca comprometida na campanha pelo levantamento do bloqueio estadunidense contra Cuba e pela libertação dos antiterroristas presos injustamente nos Estados Unidos.
"O bloqueio não tem nenhuma razão de perdurar, porque é totalmente ilegítimo e contrário ao direito internacional", expressou.
Laurent recusou também as injustas condenações impostas contra os antiterroristas cubanos René González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González e Gerardo Hernández.
Os Cinco, como se lhes conhece internacionalmente, foram presos em 1998 nos Estados Unidos e submetidos a severas penas por alertar a seu país dos atos terroristas da máfia anti-cubana de Miami.
Tanto René como Fernando já retornaram a sua pátria após cumprir de maneira íntegra sua condenação, mas Ramón, Antonio e Gerardo ainda permanecem em prisão.
O secretário nacional do PCF recebeu aqui a René, quem participou em numerosos atos durante a festa do diário La'Humanité.
