Entidades cubanas sofrem sanções pelo bloqueio econômico dos EUA
O bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba, em vigência há mais de meio século, promove sanções contra entidades da ilha caribenha.
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Prensa Latina
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O bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba, em vigência há mais de meio século, promove sanções contra entidades da ilha caribenha.

Em 26 de novembro de 2013, a Seção de Interesses de Cuba em Washington anunciou o fechamento temporário dos serviços consulares devido à negativa do banco estadunidense M&T a operar as contas das missões diplomáticas cubanas nos Estados Unidos.

No início de dezembro de 2013, o escritório diplomático cubano informou que, apesar de intensas negociações realizadas, tinha sido impossível encontrar um banco com sede nos Estados Unidos, disposto a assumir o gerenciamento de suas contas bancárias.

Esta situação implicou a suspensão dos serviços consulares à maior e mais numerosa circunscrição consular cubana no exterior, prejudicando em consequência as visitas familiares entre ambas as nações, bem como os intercâmbios em diferentes esferas no primeiro trimestre do presente ano.

Em janeiro de 2014, bibliotecários cubanos pertencentes ao Centro Nacional de Informação de Ciências Médicas e sua rede especializada de Saúde, e de outros sistemas similares do país, viram-se impossibilitados de participar no Seminário Virtual gratuito "Conexão global entre novos bibliotecários: boas práticas, modelos e recomendações".

As medidas impostas pelo bloqueio obstaculizaram a conexão desses profissionais, sublinha o relatório da nação antilhana, denominado "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba".

A eles foi negado o acesso a ferramentas informáticas e serviços da família do software Adobe, pontuou o documento.