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Lançado no México dicionário de Cinema Ibero-americano
O Dicionário do Cinema Ibero-americano: Espanha, Portugal e América,
foi apresentado nesta sexta-feira pela Fundação Autor da Sociedade
Geral de Autores e Editores da Espanha (SGAE). O catálogo que inclui 16
mil entradas em 10 tomos foi lançado no marco do I Congresso
Ibero-americano de Cultura que, dedicado à sétima arte, se celebra
nesta semana no México.
مصدر
ACN
التاريخ
O Dicionário do Cinema Ibero-americano: Espanha, Portugal e América, foi apresentado nesta sexta-feira pela Fundação Autor da Sociedade Geral de Autores e Editores da Espanha (SGAE). O catálogo que inclui 16 mil entradas em 10 tomos foi lançado no marco do I Congresso Ibero-americano de Cultura que, dedicado à sétima arte, se celebra nesta semana no México.
A obra, com apresentação oficial em novembro, “é uma radiografia completa da sétima arte da região”, explicou à EFE seu editor e coordenador, Emilio Casares, do Instituto Complutense de Ciências Musicais da Espanha.
Além das 16 mil entradas, o dicionário incluiu cinco mil fotografias divididas em oito volumes de vozes biográficas e temáticas, que já estão prontos, e outros dois, que “já foram redigidos”, com todos os filmes estreados até 1º de janeiro de 2008, acrescentou Casares.
A parte americana do dicionário foi dirigida pelo cubano Iván Giroud, a portuguesa por João Bénard da Costa e a espanhola por Carlos F. Heredero e Eduardo Rodríguez Merchán.
Para Rodríguez Merchán “se o dicionário de cinema de José Luis Borau foi um primeiro degrau para refletir a verdadeira história do cinema, esta é a obra mais completa criada até o momento”.
A idéia nasceu em 2001, depois da publicação do Dicionário da Música em que não entraram nem Portugal nem o Brasil e cuja versão revisada sairá dentro de um ano. O novo trabalho segue o mesmo esquema, mas com cobertura total dos países.
400 especialistas, historiadores, analistas e críticos dos 22 países ibero-americanos trabalharam nas 8,512 páginas da recopilação e são México e Espanha as vozes mais extensas.
O projeto editorial contou com a colaboração da Cinemateca de Cuba, da Casa do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, donde se coordenou toda a parte americana, da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, sem esquecer do Instituto de Cinematografia e Artes Audiovisuais da Espanha e da Filmoteca desse país.
Ainda houve colaborações das Cinematecas Brasileira, Boliviana, Nacional do Equador, Uruguaia, Paraguaia. Também da Fundação Cinemateca Nacional da Venezuela, da Filmoteca de Lima e o Museu do Cinema da Argentina. A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha pôs a disposição o arquivo do Sindicato Nacional do Espetáculo.
A obra, com apresentação oficial em novembro, “é uma radiografia completa da sétima arte da região”, explicou à EFE seu editor e coordenador, Emilio Casares, do Instituto Complutense de Ciências Musicais da Espanha.
Além das 16 mil entradas, o dicionário incluiu cinco mil fotografias divididas em oito volumes de vozes biográficas e temáticas, que já estão prontos, e outros dois, que “já foram redigidos”, com todos os filmes estreados até 1º de janeiro de 2008, acrescentou Casares.
A parte americana do dicionário foi dirigida pelo cubano Iván Giroud, a portuguesa por João Bénard da Costa e a espanhola por Carlos F. Heredero e Eduardo Rodríguez Merchán.
Para Rodríguez Merchán “se o dicionário de cinema de José Luis Borau foi um primeiro degrau para refletir a verdadeira história do cinema, esta é a obra mais completa criada até o momento”.
A idéia nasceu em 2001, depois da publicação do Dicionário da Música em que não entraram nem Portugal nem o Brasil e cuja versão revisada sairá dentro de um ano. O novo trabalho segue o mesmo esquema, mas com cobertura total dos países.
400 especialistas, historiadores, analistas e críticos dos 22 países ibero-americanos trabalharam nas 8,512 páginas da recopilação e são México e Espanha as vozes mais extensas.
O projeto editorial contou com a colaboração da Cinemateca de Cuba, da Casa do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, donde se coordenou toda a parte americana, da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, sem esquecer do Instituto de Cinematografia e Artes Audiovisuais da Espanha e da Filmoteca desse país.
Ainda houve colaborações das Cinematecas Brasileira, Boliviana, Nacional do Equador, Uruguaia, Paraguaia. Também da Fundação Cinemateca Nacional da Venezuela, da Filmoteca de Lima e o Museu do Cinema da Argentina. A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha pôs a disposição o arquivo do Sindicato Nacional do Espetáculo.