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Mais de meio milhão de crianças cubanos serão vacinados contra a póli
Mais de meio milhão de crianças cubanos serão imunizados na 49 Campanha Nacional contra a poliomielite, cuja primeira etapa se inicia hoje em todo o país.
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Prensa Latina
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Mais de meio milhão de crianças cubanos serão imunizados na 49 Campanha Nacional contra a poliomielite, cuja primeira etapa se inicia hoje em todo o país.
Durante os próximos sete dias, aproximadamente 357 mil 500 infantes desde um mês de nascido até dois anos, 11 meses e 29 dias, receberão uma dose da vacina. Para a segunda fase, prevista entre o 23 e no dia 29 de abril, estes pequenos receberão outra porção como reativação.
Nesta ocasião também serão beneficiários, 143 mil 80 infantes de nove anos de idade.
O doutor Miguel Ángel Galindo, assessor do Programa Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde Pública, lembrou que a vacina deve fornecer-se aos menores sãos, que não devem tomar água durante meia hora antes nem meia hora depois de ingerir o composto.
Em 1962, Cuba empreendeu a primeira destas ações e desde então se aplicaram uns 78 milhões de dose do inmunógeno, com o qual a população menor de 62 anos está protegida contra uma dolência que antes do triunfo da Revolução constituía um grave problema de saúde.
A estratégia desencadeada então pela direção do governo e as autoridades sanitárias, com o apoio das organizações de volumes permitiu a contínua diminuição do mal até alcançar sua total eliminação.
No dia 9 de abril de 1995 a nação recebeu o Certificado de Erradicação da Pólio de mãos de funcionários da Organização Pan-americana da Saúde (OPS) e da Comissão Internacional da Erradicação da Poliomielite no Mundo.
Em Cuba se erradicaram outras oito doenças infecciosas: malária, [tosferina], rubéola, tétano neonatal, difteria, sarampo, síndrome de rubéola congênita e meningoencefalitis posparotiditis.
Além disso o tétano, as infecções por Haemophilus influenzae tipo B, hepatite B e meningites [meningoccócica] reportam tão baixas taxas de incidência que deixaram de constituir um problema sanitário.
Graças à vontade política do Estado e ao aperfeiçoamento do programa cubano de imunização, que conta com 11 vacinas -oito delas de produção nacional- as crianças estão protegidos contra 13 afecções prevenibles.
Desde seus inícios o programa se caracterizou pela sua cobertura a toda a população -a diferença de muitos países que dirigem a vacinação só às crianças e grávidas- sua integração com o cuidados primários de saúde, e a asseguração totalmente gratuito.
Durante os próximos sete dias, aproximadamente 357 mil 500 infantes desde um mês de nascido até dois anos, 11 meses e 29 dias, receberão uma dose da vacina. Para a segunda fase, prevista entre o 23 e no dia 29 de abril, estes pequenos receberão outra porção como reativação.
Nesta ocasião também serão beneficiários, 143 mil 80 infantes de nove anos de idade.
O doutor Miguel Ángel Galindo, assessor do Programa Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde Pública, lembrou que a vacina deve fornecer-se aos menores sãos, que não devem tomar água durante meia hora antes nem meia hora depois de ingerir o composto.
Em 1962, Cuba empreendeu a primeira destas ações e desde então se aplicaram uns 78 milhões de dose do inmunógeno, com o qual a população menor de 62 anos está protegida contra uma dolência que antes do triunfo da Revolução constituía um grave problema de saúde.
A estratégia desencadeada então pela direção do governo e as autoridades sanitárias, com o apoio das organizações de volumes permitiu a contínua diminuição do mal até alcançar sua total eliminação.
No dia 9 de abril de 1995 a nação recebeu o Certificado de Erradicação da Pólio de mãos de funcionários da Organização Pan-americana da Saúde (OPS) e da Comissão Internacional da Erradicação da Poliomielite no Mundo.
Em Cuba se erradicaram outras oito doenças infecciosas: malária, [tosferina], rubéola, tétano neonatal, difteria, sarampo, síndrome de rubéola congênita e meningoencefalitis posparotiditis.
Além disso o tétano, as infecções por Haemophilus influenzae tipo B, hepatite B e meningites [meningoccócica] reportam tão baixas taxas de incidência que deixaram de constituir um problema sanitário.
Graças à vontade política do Estado e ao aperfeiçoamento do programa cubano de imunização, que conta com 11 vacinas -oito delas de produção nacional- as crianças estão protegidos contra 13 afecções prevenibles.
Desde seus inícios o programa se caracterizou pela sua cobertura a toda a população -a diferença de muitos países que dirigem a vacinação só às crianças e grávidas- sua integração com o cuidados primários de saúde, e a asseguração totalmente gratuito.
