News
Qualificam livro de Fidel Castro um antídoto contra desanimo
O livro do líder cubano, Fidel Castro, Nuestro deber es luchar, é um lúcido análise e denúncia do capitalismo contemporâneo, e ao mesmo tempo um antídoto contra o desalento, afirmou o economista, Osvaldo Martínez.
Fuente
Prensa Latina
Fecha
O livro do líder cubano, Fidel Castro, Nuestro deber es luchar, é um lúcido análise e denúncia do capitalismo contemporâneo, e ao mesmo tempo um antídoto contra o desalento, afirmou o economista, Osvaldo Martínez.
Com Fidel aprendemos a batalhar por um mundo melhor, para deixar atrás ao capitalismo, pois a espécie humana tem que sobreviver e o planeta deve ser salvado, disse Martínez durante a apresentação do texto na sede da Casa das Américas.
Para que os humanos sobreviverem há que parar a ameaça de guerra nuclear e para salvar o planeta deve cessar a depredação de mercado contra a natureza, sublinhou o deputado.
O livro que hoje se apresenta em Havana e em várias cidades do mundo, nasce de nove intensas horas de intercâmbio de Fidel com intelectuais e convidados à XXI Feira Internacional do Livro, assinalou o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Parlamento.
A ameaça de guerra nuclear -na que insiste o líder da Revolução cubana- é um dos terríveis ingredientes do desafio atual à sobrevivência da espécie, apontou.
A guerra imperialista tem jeitos geo- estratégicos e ambições hegemônicas bem visíveis, mas também inclui sórdidos interesses de lucro empresarial que se alimentam da despesa militar e crescem na medida que se esquenta o palco bélico, indicou Martínez.
O comércio de armas floresce no meio da crise econômica global que reduz o comércio normal, encarece os alimentos e empobrece a centos de milhões, lamentou o diretor do Centro de Estudo da Economia Mundial,
Desde 2002 o crescimento da venda de armas tem sido de 60 por cento, Estados Unidos controla o 60 por cento desse mercado e são norte-americanas 44 das 100 principais empresas que produzem e comerciam esses talentos.
Com Fidel aprendemos a batalhar por um mundo melhor, para deixar atrás ao capitalismo, pois a espécie humana tem que sobreviver e o planeta deve ser salvado, disse Martínez durante a apresentação do texto na sede da Casa das Américas.
Para que os humanos sobreviverem há que parar a ameaça de guerra nuclear e para salvar o planeta deve cessar a depredação de mercado contra a natureza, sublinhou o deputado.
O livro que hoje se apresenta em Havana e em várias cidades do mundo, nasce de nove intensas horas de intercâmbio de Fidel com intelectuais e convidados à XXI Feira Internacional do Livro, assinalou o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Parlamento.
A ameaça de guerra nuclear -na que insiste o líder da Revolução cubana- é um dos terríveis ingredientes do desafio atual à sobrevivência da espécie, apontou.
A guerra imperialista tem jeitos geo- estratégicos e ambições hegemônicas bem visíveis, mas também inclui sórdidos interesses de lucro empresarial que se alimentam da despesa militar e crescem na medida que se esquenta o palco bélico, indicou Martínez.
O comércio de armas floresce no meio da crise econômica global que reduz o comércio normal, encarece os alimentos e empobrece a centos de milhões, lamentou o diretor do Centro de Estudo da Economia Mundial,
Desde 2002 o crescimento da venda de armas tem sido de 60 por cento, Estados Unidos controla o 60 por cento desse mercado e são norte-americanas 44 das 100 principais empresas que produzem e comerciam esses talentos.
