Organização juvenil cubana convoca para marcha do 1o de Maio
A União de Jovens Comunistas (UJC) de Cuba convocou hoje seus filiados para participarem, junto aos trabalhadores da ilha, das celebrações e da marcha pelo 1o de Maio.
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Prensa Latina
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A União de Jovens Comunistas (UJC) de Cuba convocou hoje seus filiados para participarem, junto aos trabalhadores da ilha, das celebrações e da marcha pelo 1o de Maio.

"Vamos a nossas praças para, em um momento como este, sentir que nós jovens marchamos porque somos herdeiros de nossos antecessores, somos presente e futuro da pátria, nesta hora que o mundo vive ameaçado pelo capitalismo selvagem", expressa um texto publicado hoje no jornal Juventude Rebelde.

A convocação, subscrita pelo Comitê Nacional da UJC, convida os jovens a participarem, "em primeiro lugar, porque é um direito conquistado pelos cubanos. Pela oportunidade de trabalhar e de ter uma via de sustento para nós e nossas famílias".

O comunicado expressa que os jovens cubanos, estudantes e pioneros [estudantes do ensino primário], têm muitas razões para marchar e muitas respostas a dar para aqueles que apostam em um futuro de concessões e entregas.

"Jamais tivemos tão grandes razões para sermos revolucionários e socialistas. Assistamos unidos ao Partido Comunista, a Fidel e Raúl (Castro). É hora de combate e compromisso", assinala o documento.

"Marchemos conscientes de que devemos aperfeiçoar nossa economia, fazendo de nossa eficiência e da poupança as formas mais efetivas de concretizar o projeto que estamos construindo; marchamos pelo direito à vida, que é o maior dos direitos", aponta.

O texto recorda que essa data, que é de celebração para os cubanos, em outras partes do mundo é motivo de protestos e da exigência dos direitos trabalhistas e sociais das imensas maiorias, usurpadas pelas oligarquias capitalistas, contra as quais se levantam hoje as vozes dos excluídos.

"Marchamos porque assumimos o privilégio de nascer nesta ilha rebelde e [reconhecemos] o que ela tem significado e significa como esperança e fôlego para os pobres e oprimidos da América e do mundo, porque sentimos no âmago o legado martiano de andarmos unidos aos pobres da Terra e com eles lançar nossa sorte".