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Países da ALBA coordenam na Nicarágua políticas sobre medicamentos
Especialistas de países membros da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) iniciarão hoje na Nicarágua sessões de trabalho a fim de coordenar políticas sobre medicamentos com fins sociais e esquemas de colaboração.
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Prensa Latina
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Especialistas de países membros da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) iniciarão hoje na Nicarágua sessões de trabalho a fim de coordenar políticas sobre medicamentos com fins sociais e esquemas de colaboração.
A VI Reunião de ALBA-Medicamentos (Albamed) reunirá a mais de 20 diretores dos ministérios de Saúde de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e o país anfitrião, confirmou ontem a titular nicaraguense dessa carteira, Sonia Castro.
Ao intercâmbio assistirão "tomadores de decisão ao redor de compra-a, o registro, a distribuição, e o armazenamento dos medicamentos", disse a servidora pública, quem apreciou a busca de alternativas para conseguir superior rendimento nos investimentos.
No ano anterior, ilustrou, o Governo da Nicarágua errogou mil milhões de córdobas (mais de 44,4 milhões de dólares) em compras de medicinas e insumos para a atenção médica gratuita à população e em 2012 a despesa ascenderá a quase mil 200 milhões (aproximadamente 53 milhões de dólares).
Mediante a ALBA, buscamos que com esses mil 200 milhões de córdobas possamos adquirir mais recursos e de maior qualidade para fazê-los chegar ao povo, comentou.
Internacionalmente há fármacos muito caros e de alta especialização, entre eles os empregados contra o câncer e os antibióticos de primeira linha, por isso o que buscamos é coordenar esforços para ser eficientes com o que temos, referiu a doutora.
Albamed, recordou, faz parte dos projetos Grande-nacional da ALBA e complementa-se com Albafarma, a entidade concebida para a distribuição dos medicamentos.
Mediante uma série de encontros, o mais recente em 2010, os participantes na iniciativa definiram 489 produtos, com registro por todos os países da ALBA, destacou a doutora Castro.
Então o objetivo desta reunião na Nicarágua é dar-lhe operatividade ao que já está definido, nos pondo de acordo sobre as formas de proceder, declarou ao Canal 8 de televisão.
Esta é uma esperança de que as coisas podem ser melhores se nos unimos, se buscamos uma resposta em conjunto, avaliou a ministra.
A VI Reunião de ALBA-Medicamentos (Albamed) reunirá a mais de 20 diretores dos ministérios de Saúde de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e o país anfitrião, confirmou ontem a titular nicaraguense dessa carteira, Sonia Castro.
Ao intercâmbio assistirão "tomadores de decisão ao redor de compra-a, o registro, a distribuição, e o armazenamento dos medicamentos", disse a servidora pública, quem apreciou a busca de alternativas para conseguir superior rendimento nos investimentos.
No ano anterior, ilustrou, o Governo da Nicarágua errogou mil milhões de córdobas (mais de 44,4 milhões de dólares) em compras de medicinas e insumos para a atenção médica gratuita à população e em 2012 a despesa ascenderá a quase mil 200 milhões (aproximadamente 53 milhões de dólares).
Mediante a ALBA, buscamos que com esses mil 200 milhões de córdobas possamos adquirir mais recursos e de maior qualidade para fazê-los chegar ao povo, comentou.
Internacionalmente há fármacos muito caros e de alta especialização, entre eles os empregados contra o câncer e os antibióticos de primeira linha, por isso o que buscamos é coordenar esforços para ser eficientes com o que temos, referiu a doutora.
Albamed, recordou, faz parte dos projetos Grande-nacional da ALBA e complementa-se com Albafarma, a entidade concebida para a distribuição dos medicamentos.
Mediante uma série de encontros, o mais recente em 2010, os participantes na iniciativa definiram 489 produtos, com registro por todos os países da ALBA, destacou a doutora Castro.
Então o objetivo desta reunião na Nicarágua é dar-lhe operatividade ao que já está definido, nos pondo de acordo sobre as formas de proceder, declarou ao Canal 8 de televisão.
Esta é uma esperança de que as coisas podem ser melhores se nos unimos, se buscamos uma resposta em conjunto, avaliou a ministra.
