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FARC-EP defende uma reforma política na Colômbia
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) defenderam hoje uma reforma ao sistema político e de representação, à administração de justiça e ao poder eleitoral nessa nação sul-americana.
Fuente
Prensa Latina
Fecha
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP) defenderam hoje uma reforma ao sistema político e de representação, à administração de justiça e ao poder eleitoral nessa nação sul-americana.
Antes do início de outra jornada do diálogo de paz com o Governo, Jesús Santrich, membro da equipe guerrilheira às conversas, divulgou um comunicado no qual a insurgência finaliza com a apresentação de suas 11 propostas mínimas para a reestruturação democrática do Estado e a reforma política.
Ao considerar que "uma profunda reforma política se constituiu em uma necessidade inadiável", o representante, no Palácio de Convenções de Havana, afirmou que esta compreenderá o sistema político e de representação, o sistema de partidos e o sistema eleitoral.
Na opinião da guerrilha, tais transformações devem assegurar a disputa política com justiça e igualdade de condições; e recuperar para o Poder Legislativo iniciativas em planejamento e orçamento.
Além disso, agregou, deve propiciar a oposição política, inclusive a formulação do Estatuto da Oposição; e limitar e proibir, segundo o caso, a ingerência dos interesses privados capitalistas nas entidades públicas.
"Será depurado o censo eleitoral; se procederá a um cadastramento em massa e gratuito; se estabelecerá o voto eletrônico", assinalou.
Também propuseram promover, com a mais ampla participação popular, uma reforma democrática à administração de justiça, que supõe, entre outros, "separar a conformação das altas Cortes de toda ingerência dos poderes executivo e legislativo".
Nesse sentido, chamaram a propiciar "a eleição transparente através do concurso público e do mérito; e suprimir o Conselho Superior do Judiciário, principal fonte de clientelismo e corrupção".
Além disso, defenderam que os cargos de Procurador Geral da Nação, Controlador Geral da República, Promotor Geral e Defensor do Povo sejam de eleição popular.
A guerrilha propôs também democratizar profundamente e reestruturar em sua composição o poder eleitoral na direção do Conselho Nacional Eleitoral e eleger de maneira direta seus membros.
Por outro lado, a insurgência enviou uma mensagem ao ministro colombiano de Interior, Fernando Carrillo, na qual mencionou que, "para justificar a repressão", o ministro "não pode acusar os camponeses do Catatumbo e seus porta-vozes de estarem infiltrados ou pertencerem às FARC".
"Estamos de acordo em buscar as maneiras de fazer política sem armas, mas não pode então o governo criminalizar e responder com balas ao protesto social", enfatizou.
Antes do início de outra jornada do diálogo de paz com o Governo, Jesús Santrich, membro da equipe guerrilheira às conversas, divulgou um comunicado no qual a insurgência finaliza com a apresentação de suas 11 propostas mínimas para a reestruturação democrática do Estado e a reforma política.
Ao considerar que "uma profunda reforma política se constituiu em uma necessidade inadiável", o representante, no Palácio de Convenções de Havana, afirmou que esta compreenderá o sistema político e de representação, o sistema de partidos e o sistema eleitoral.
Na opinião da guerrilha, tais transformações devem assegurar a disputa política com justiça e igualdade de condições; e recuperar para o Poder Legislativo iniciativas em planejamento e orçamento.
Além disso, agregou, deve propiciar a oposição política, inclusive a formulação do Estatuto da Oposição; e limitar e proibir, segundo o caso, a ingerência dos interesses privados capitalistas nas entidades públicas.
"Será depurado o censo eleitoral; se procederá a um cadastramento em massa e gratuito; se estabelecerá o voto eletrônico", assinalou.
Também propuseram promover, com a mais ampla participação popular, uma reforma democrática à administração de justiça, que supõe, entre outros, "separar a conformação das altas Cortes de toda ingerência dos poderes executivo e legislativo".
Nesse sentido, chamaram a propiciar "a eleição transparente através do concurso público e do mérito; e suprimir o Conselho Superior do Judiciário, principal fonte de clientelismo e corrupção".
Além disso, defenderam que os cargos de Procurador Geral da Nação, Controlador Geral da República, Promotor Geral e Defensor do Povo sejam de eleição popular.
A guerrilha propôs também democratizar profundamente e reestruturar em sua composição o poder eleitoral na direção do Conselho Nacional Eleitoral e eleger de maneira direta seus membros.
Por outro lado, a insurgência enviou uma mensagem ao ministro colombiano de Interior, Fernando Carrillo, na qual mencionou que, "para justificar a repressão", o ministro "não pode acusar os camponeses do Catatumbo e seus porta-vozes de estarem infiltrados ou pertencerem às FARC".
"Estamos de acordo em buscar as maneiras de fazer política sem armas, mas não pode então o governo criminalizar e responder com balas ao protesto social", enfatizou.
