Universitários indianos publicam revista dedicada a Fidel Castro
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Prensa Latina
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A Federação de Estudantes da Índia (SFI) publicou este mês uma edição especial de sua revista Student Struggle dedicada ao líder da Revolução cubana, Fidel Castro.
 
Uma delegação da SFI entregou nesta terça-feira vários exemplares da publicação e livros sobre o dirigente revolucionário ao embaixador Oscar Martínez na sede diplomática cubana em Nova Deli.
 
Com sua luta, Fidel Castro inspirou nossa geração, sua preocupação por seu povo e pelo resto do mundo ficará gravada na história da humanidade, enfatizou o editorial da revista.
 
Apesar do ilegal bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos durante décadas, a ilha conseguiu indicadores sociais impressionantes em matéria de saúde e educação, destaca.
 
Nesse sentido, informa que a maior das Antilhas conta com um médico por 130 habitantes e um professor para cada 20 alunos.
 
O editorial recorda que o dirigente revolucionário foi alvo de mais de 630 planos de atentados contra sua vida ao longo de várias décadas, promovidos por Washington.
 
Sob sua liderança, o país ajudou a libertar muitos povos do mundo. Cuba desempenhou um papel central no fim do regime racista do Apartheid na África do Sul, expressa.
 
Fidel Castro dedicou sua vida à causa da justiça e lutou contra todo tipo de desigualdade e discriminação, comenta outro artigo da publicação.
 
A partir da década de 60 do século passado, o líder cubano se converteu-se em bastião para os povos que combatiam contra o colonialismo em diversas regiões do mundo, afirmou em outro artigo a professora universitária Sonia Gupta.
 
O triunfo da Revolução em 1959 foi um golpe à hegemonia dos Estados Unidos na América Latina e ao mesmo tempo um exemplo para a resistência anti-imperialista na Ásia e na África, contou a professora.
 
Por sua vez, o líder camponês e intelectual Suneet Chopra elogiou o internacionalismo praticado pela ilha com vários países.
 
Ao longo de quase seis décadas, mais de meio milhão de cubanos partiram a outras latitudes como soldados, professores, doutores ou engenheiros, o que permitiu salvar milhões de pessoas, comentou.