Ricardo Alarcón louva sucessos da Revolução Bolivariana
O Presidente da Assembléia Nacional cubana (Parlamento), Ricardo Alarcón, encerrou com um discurso alegórico a cerimônia de comemoração do 10º  aniversário da Revolução Bolivariana realizada na segunda-feira à tarde, no teatro do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias em Havana.
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ACN
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O Presidente da Assembléia Nacional cubana (Parlamento), Ricardo Alarcón, encerrou com um discurso alegórico a cerimônia de comemoração do 10º aniversário da Revolução Bolivariana realizada na segunda-feira à tarde, no teatro do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias em Havana. 

O ato presidido pelo vice-presidente cubano e Comandante Revolução Juan Almeida Bosque, foi um gesto de reciprocidade do povo cubano pelo apoio incondicional da Venezuela nos vários empenhos comuns. 

Durante seu discurso, Alarcón disse que em Cuba as comemorações do 10º aniversário da revolução bolivariana estavam acontecendo “presididas pela imagem e reflexões do Comandante-em-Chefe Fidel Castro, o mais fiel seguidor dos ideais de José Martí e Simon Bolívar”.

O legislador cubano acrescentou que, quando Hugo Chávez assumiu o poder na Venezuela há exatamente dez anos ao ganhar as eleições presidenciais, com o apoio esmagador da população, pôs fim a décadas de governos corruptos, ao serviço dos monopólios estrangeiros, que controlavam o petróleo, ferro e outros recursos naturais da Venezuela, enquanto o povo vivia na pobreza abjeta.

“Sob a sua administração [a de Chávez], a vida das pessoas mudou substancialmente: a UNESCO declarou o país livre de analfabetismo em Dezembro de 2005, o desemprego e a pobreza diminuíram consideravelmente; o ensino fundamental tem se expandido e milhares de jovens de famílias de baixa renda receberam acesso ao ensino universitário, só por citar alguns exemplos”, salientou em suas palavras o chefe dos deputados.


O presidente do Parlamento cubano também destacou o apoio do povo venezuelano a Hugo Chávez e criticou as contínuas manobras de desinformação do Império para minar a Revolução Bolivariana.

Ainda, Alarcón exigiu de Washington a extradição do terrorista auto-confesso Luis Posada Carriles, que a Venezuela reclama para julgá-lo por seus crimes, incluindo a explosão em pleno vôo de um avião cubano com 73 pessoas a bordo.

Ele acrescentou que Cuba continuará a exigir a libertação dos cinco lutadores antiterroristas cubanos que permanecem injustamente presos nos Estados Unidos. "A solidariedade internacional é mais urgente e necessária do que nunca", salientou.

A cerimônia contou com a presença de funcionários do Partido Comunista, oficiais das Forças Armadas e do Ministério do Interior, e o Ministro da Economia e Finanças da Venezuela, Ali Rodriguez.