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Chávez pede preparação para triênio 2010-2012
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chamou hoje à preparação para o triênio 2010-2012, o que qualificou de duro quando as perturbações de todo tipo poderiam aumentar diante da crise mundial e da ofensiva imperialista.
Source
Prensa Latina
Date
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chamou hoje à preparação para o triênio 2010-2012, o que qualificou de duro quando as perturbações de todo tipo poderiam aumentar diante da crise mundial e da ofensiva imperialista.
"Entraremos em tempos mais difíceis e o inimigo atacará com mais força", destacou Chávez, que sustentou que como timoneiro do barco sente os ventos cruzados, ameaças e debilidades.
A partir de 2010 abre-se um compasso para referendo revogatório e se a oposição tomar esse caminho, os derrotaremos de novo, indicou Chávez durante a inauguração do I Congresso extraordinário do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).
Mas, disse, para isso há que trabalhar duro todos os dias para perfilar estratégias, solucionar problemas, atender necessidades do povo e ser mais eficientes.
Acrescentou que depois vem o processo de eleições legislativas em 26 de setembro do próximo ano, quando a contra-revolução fará todo o possível para nos tirar a maioria na Assembléia.
Na opinião do presidente, se conseguirem, será entrar em águas turvas porque querem s me tirar e jogar abaixo todo o processo revolucionário.
Destacou que "estamos obrigados à vontade dos dois terços, temos que escolher os candidatos a partir da base, mas sem arranjos, nem velhos vícios."
Depois vem 2011, assinalou, ano de trânsito e fortalecimento.
Se a contra-revolução chegasse a ganhar a maioria na Assembléia, 2011 será de guerra enquanto em 2012 teremos as eleições presidenciais, indicou.
Igualmente destacou que o que ocorra neste Congresso depende o futuro do processo revolucionário neste país "por isso sejamos um congresso admirável".
O congresso será um maravilhoso instrumento de navegação para seguir o rumo e transitar com sucesso, destacou o governante venezuelano.
"Entraremos em tempos mais difíceis e o inimigo atacará com mais força", destacou Chávez, que sustentou que como timoneiro do barco sente os ventos cruzados, ameaças e debilidades.
A partir de 2010 abre-se um compasso para referendo revogatório e se a oposição tomar esse caminho, os derrotaremos de novo, indicou Chávez durante a inauguração do I Congresso extraordinário do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).
Mas, disse, para isso há que trabalhar duro todos os dias para perfilar estratégias, solucionar problemas, atender necessidades do povo e ser mais eficientes.
Acrescentou que depois vem o processo de eleições legislativas em 26 de setembro do próximo ano, quando a contra-revolução fará todo o possível para nos tirar a maioria na Assembléia.
Na opinião do presidente, se conseguirem, será entrar em águas turvas porque querem s me tirar e jogar abaixo todo o processo revolucionário.
Destacou que "estamos obrigados à vontade dos dois terços, temos que escolher os candidatos a partir da base, mas sem arranjos, nem velhos vícios."
Depois vem 2011, assinalou, ano de trânsito e fortalecimento.
Se a contra-revolução chegasse a ganhar a maioria na Assembléia, 2011 será de guerra enquanto em 2012 teremos as eleições presidenciais, indicou.
Igualmente destacou que o que ocorra neste Congresso depende o futuro do processo revolucionário neste país "por isso sejamos um congresso admirável".
O congresso será um maravilhoso instrumento de navegação para seguir o rumo e transitar com sucesso, destacou o governante venezuelano.
