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Massividade e transparência, atributos das eleições parciais cubanas
A ida de mais de oito milhões de cubanos às urnas para eleger os delegados municipais da Assembleia Nacional do Poder Popular marca a diferença com respeito a processos eleitorais nos Estados Unidos e Europa.
Source
Prensa Latina
Date
A ida de mais de oito milhões de cubanos às urnas para eleger os delegados municipais da Assembleia Nacional do Poder Popular marca a diferença com respeito a processos eleitorais nos Estados Unidos e Europa.
Tal cifra garantiu no exercício do sufrágio 93,4 por cento de participação, precisou a CEN.
O presidente do Parlamento cubano, Ricardo Alarcón, expressou que depois de surgir o Poder Popular na Ilha, os cubanos votam bem mais que os estadunidenses e europeus.
Votado mais que aqueles que graciosamente se consideram donos da democracia e o fazemos sem fraude, sem mentiras, sem demagogias, farsas e conspirações como as registradas em outros lugares onde impera a corrupção, o roubo e a compra de votos, acrescentou.
Destacou que o vigoramento das assembleias do Poder Popular constitui uma resposta àqueles que atacam à Revolução.
A presidenta da CEN, Ana María Mari, destacou a transparência das eleições e a participação em massa do povo, que deu uma resposta exemplar nas urnas com seu voto consciente.
Mari destacou que existem muitas motivações na população para protagonizar estas eleições, um deles a reafirmação do apoio ao processo político revolucionário da nação.
Na opinião do presidente da CEN, a postulação de candidatos iniciada no dia 24 de fevereiro passado que culminou em 24 de março se caracterizou pela transparência e franqueza dos eleitores, se convertendo em um verdadeiro exercício de democracia.
Desde o dia 28 de março os cubanos conheceram mais sobre seus candidatos através das biografias expostas nos bairros, depois -agregou -realizou-se uma prova dinâmica, precedida pelo treinamento dos 149.275 integrantes das 29.855 mesas eleitorais em toda a nação caribenha.
A preparação baseou-se na atuação ética profissional e no pleno conhecimento do fundamento legal do processo, elemento vital para trabalhar com transparência nestas eleições que terão seu segundo turno no dia 2 de maio, assinalou Mari.
Recordou que em Cuba, diferentemente de outros países, não existem nomeações por partidos políticos, e o povo propõe, nomeia e elege depois nas urnas, pelo voto direto e secreto, seus representantes diante dos órgãos de governo.
Tal cifra garantiu no exercício do sufrágio 93,4 por cento de participação, precisou a CEN.
O presidente do Parlamento cubano, Ricardo Alarcón, expressou que depois de surgir o Poder Popular na Ilha, os cubanos votam bem mais que os estadunidenses e europeus.
Votado mais que aqueles que graciosamente se consideram donos da democracia e o fazemos sem fraude, sem mentiras, sem demagogias, farsas e conspirações como as registradas em outros lugares onde impera a corrupção, o roubo e a compra de votos, acrescentou.
Destacou que o vigoramento das assembleias do Poder Popular constitui uma resposta àqueles que atacam à Revolução.
A presidenta da CEN, Ana María Mari, destacou a transparência das eleições e a participação em massa do povo, que deu uma resposta exemplar nas urnas com seu voto consciente.
Mari destacou que existem muitas motivações na população para protagonizar estas eleições, um deles a reafirmação do apoio ao processo político revolucionário da nação.
Na opinião do presidente da CEN, a postulação de candidatos iniciada no dia 24 de fevereiro passado que culminou em 24 de março se caracterizou pela transparência e franqueza dos eleitores, se convertendo em um verdadeiro exercício de democracia.
Desde o dia 28 de março os cubanos conheceram mais sobre seus candidatos através das biografias expostas nos bairros, depois -agregou -realizou-se uma prova dinâmica, precedida pelo treinamento dos 149.275 integrantes das 29.855 mesas eleitorais em toda a nação caribenha.
A preparação baseou-se na atuação ética profissional e no pleno conhecimento do fundamento legal do processo, elemento vital para trabalhar com transparência nestas eleições que terão seu segundo turno no dia 2 de maio, assinalou Mari.
Recordou que em Cuba, diferentemente de outros países, não existem nomeações por partidos políticos, e o povo propõe, nomeia e elege depois nas urnas, pelo voto direto e secreto, seus representantes diante dos órgãos de governo.
