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Fidel Castro por unidade latino-americana oposta à TLC
O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, advogou pela unidade latino-americana em oposição aos Tratados de Livre Comércio (TLC) promovidos por Estados Unidos na região.
Source
Prensa Latina
Date
O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, advogou pela unidade latino-americana em oposição aos Tratados de Livre Comércio (TLC) promovidos por Estados Unidos na região.
Tudo nos une mais do que à Europa ou aos próprios Estados Unidos, salvo a falta de independência que nos impuseram durante 200 anos, afirmou Fidel Castro em seu mais recente reflexãointitulada A genialidade de Chávez (o presidente venezuelano).
Qualificou de ruinoso o Acordo de Livre Comércio que a Casa Branca pretende impor a América Latina, como fez com o México, que em sua opinião tornaria aos países latino-americanos não só na região do mundo onde pior está distribuída a riqueza, que já o é.
Também, acrescentou, em um gigantesco mercado onde até o milho e outros alimentos que são fontes históricas de proteína vegetal e animal seriam deslocadas pelos cultivos subsidiados norte-americanos, como já está ocorrendo em território mexicano.
Os automóveis de uso e outros bens deslocam os da indústria do México, em cujas cidades e roça se perdem as capacidades de emprego, recordou.
O comércio de drogas e armas cresce, jovens quase adolescentes com mal 14 ou 15 anos viram em temíveis delinqüentes, lamentou o líder revolucionário ao comentar sobre os seqüestros e assassinatos de emigrantes em trânsito para os Estados Unidos.
As cifras conhecidas crescem de ano para ano. Mais de 10 mil pessoas estão perdendo já a vida a cada ano, assinalou.
As forças armadas, em tais circunstâncias sociais, vêem-se forçadas a intermináveis e esgotantes guerras, sentenciou Fidel Castro.
Ao falar sobre a situação de violência em Honduras, um país que nem sequer é produtor de drogas, disse que se ergue uma importante base das forças estratégicas do Comando Sul dos Estados Unidos.
O que ali acontece e está acontecendo já em mais de um país latino-americano, manifestou, é o dantesco quadro assinalado, do qual alguns países têm começado a sair.
Entre eles, e em primeiro lugar a Venezuela, mas não só porque possui volumosos recursos naturais, senão porque os resgatou da ambição insaciável das multinacionais estrangeiras, assinalou.
(Venezuela) tem desatado consideráveis forças políticas e sociais capazes de atingir grandes sucessos, destacou ao rememorar que quando visitou Caracas faz 12 anos para a tomada de posse de Chávez lhe impressionou profundamente ao reparar que como ave Fénix ressurgia de suas históricas cinzas.
Tudo nos une mais do que à Europa ou aos próprios Estados Unidos, salvo a falta de independência que nos impuseram durante 200 anos, afirmou Fidel Castro em seu mais recente reflexãointitulada A genialidade de Chávez (o presidente venezuelano).
Qualificou de ruinoso o Acordo de Livre Comércio que a Casa Branca pretende impor a América Latina, como fez com o México, que em sua opinião tornaria aos países latino-americanos não só na região do mundo onde pior está distribuída a riqueza, que já o é.
Também, acrescentou, em um gigantesco mercado onde até o milho e outros alimentos que são fontes históricas de proteína vegetal e animal seriam deslocadas pelos cultivos subsidiados norte-americanos, como já está ocorrendo em território mexicano.
Os automóveis de uso e outros bens deslocam os da indústria do México, em cujas cidades e roça se perdem as capacidades de emprego, recordou.
O comércio de drogas e armas cresce, jovens quase adolescentes com mal 14 ou 15 anos viram em temíveis delinqüentes, lamentou o líder revolucionário ao comentar sobre os seqüestros e assassinatos de emigrantes em trânsito para os Estados Unidos.
As cifras conhecidas crescem de ano para ano. Mais de 10 mil pessoas estão perdendo já a vida a cada ano, assinalou.
As forças armadas, em tais circunstâncias sociais, vêem-se forçadas a intermináveis e esgotantes guerras, sentenciou Fidel Castro.
Ao falar sobre a situação de violência em Honduras, um país que nem sequer é produtor de drogas, disse que se ergue uma importante base das forças estratégicas do Comando Sul dos Estados Unidos.
O que ali acontece e está acontecendo já em mais de um país latino-americano, manifestou, é o dantesco quadro assinalado, do qual alguns países têm começado a sair.
Entre eles, e em primeiro lugar a Venezuela, mas não só porque possui volumosos recursos naturais, senão porque os resgatou da ambição insaciável das multinacionais estrangeiras, assinalou.
(Venezuela) tem desatado consideráveis forças políticas e sociais capazes de atingir grandes sucessos, destacou ao rememorar que quando visitou Caracas faz 12 anos para a tomada de posse de Chávez lhe impressionou profundamente ao reparar que como ave Fénix ressurgia de suas históricas cinzas.
