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PMA chama a conseguir um mundo com fome zero
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU chamou hoje os países a continuarem se esforçando para conseguir um mundo com fome zero, onde os agricultores ajudem as comunidades a serem auto-suficientes.
Source
Prensa Latina
Date
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU chamou hoje os países a continuarem se esforçando para conseguir um mundo com fome zero, onde os agricultores ajudem as comunidades a serem auto-suficientes.
Ao comemorar nesta quinta-feira o Dia Mundial da Alimentação, o organismo recordou que em todo o mundo, o número de pessoas com fome foi reduzido em 37 milhões e 63 países atingiram o objetivo de reduzir esse problema antes de 2015.
Isto prova que o progresso é possível quando governos, organizações e o setor privado se unem para conseguir uma mudança duradoura, agregou o PMA em uma nota difundida nesta capital, na qual lembrou que ainda existem 805 milhões de pessoas que permanecem em condições de pobreza alimentar.
A entidade afirmou que, segundo estudos recentes, a fome é capaz de contrair a força de trabalho de um país a 9.4% e o Produto Interno Bruto nacional até cerca de 16.5%, o que limita a capacidade de uma nação em desenvolvimento para fazer investimentos necessários e crescer.
De acordo com a diretora executiva do organismo, Ertharin Cousin, apesar das terríveis crises que envolvem regiões inteiras, estão sendo alcançados avanços reais na luta contra esse mau, bem como contra a desnutrição crônica.
Graças ao trabalho que fazemos com nossos sócios para se preparar para emergências, apoio a famílias de agricultores e assistência nutricional, agora milhões de pessoas estão em melhores condições para se dedicar a construir um futuro livre desse problema, expressou.
Por sua vez, a representante do PMA em Cuba, Laura Melo, considerou que o Dia Mundial da Alimentação é um momento importante para refletir sobre a segurança alimentar e como livrar as novas gerações do flagelo da fome no mundo.
A funcionária pública afirmou que nesta ilha o programa apoia as prioridades governamentais focadas em reduzir a importação de alimentos e aumentar a produção nacional.
De acordo com Melo, atualmente a colaboração está centrada em apoiar projetos sociais baseados em garantir a segurança alimentar e a nutrição dos mais vulneráveis.
Assim mesmo, indicou, o PMA está focado no fortalecimento da resiliência comunitária e as capacidades para a preparação, manejo de riscos de desastres e adaptação à mudança climática no nível local.
Ao comemorar nesta quinta-feira o Dia Mundial da Alimentação, o organismo recordou que em todo o mundo, o número de pessoas com fome foi reduzido em 37 milhões e 63 países atingiram o objetivo de reduzir esse problema antes de 2015.
Isto prova que o progresso é possível quando governos, organizações e o setor privado se unem para conseguir uma mudança duradoura, agregou o PMA em uma nota difundida nesta capital, na qual lembrou que ainda existem 805 milhões de pessoas que permanecem em condições de pobreza alimentar.
A entidade afirmou que, segundo estudos recentes, a fome é capaz de contrair a força de trabalho de um país a 9.4% e o Produto Interno Bruto nacional até cerca de 16.5%, o que limita a capacidade de uma nação em desenvolvimento para fazer investimentos necessários e crescer.
De acordo com a diretora executiva do organismo, Ertharin Cousin, apesar das terríveis crises que envolvem regiões inteiras, estão sendo alcançados avanços reais na luta contra esse mau, bem como contra a desnutrição crônica.
Graças ao trabalho que fazemos com nossos sócios para se preparar para emergências, apoio a famílias de agricultores e assistência nutricional, agora milhões de pessoas estão em melhores condições para se dedicar a construir um futuro livre desse problema, expressou.
Por sua vez, a representante do PMA em Cuba, Laura Melo, considerou que o Dia Mundial da Alimentação é um momento importante para refletir sobre a segurança alimentar e como livrar as novas gerações do flagelo da fome no mundo.
A funcionária pública afirmou que nesta ilha o programa apoia as prioridades governamentais focadas em reduzir a importação de alimentos e aumentar a produção nacional.
De acordo com Melo, atualmente a colaboração está centrada em apoiar projetos sociais baseados em garantir a segurança alimentar e a nutrição dos mais vulneráveis.
Assim mesmo, indicou, o PMA está focado no fortalecimento da resiliência comunitária e as capacidades para a preparação, manejo de riscos de desastres e adaptação à mudança climática no nível local.
