“Os atuais Estados Unidos não têm nada a ver com a declaração de princípios de Filadélfia formulada pelas 13 colônias que se rebelaram contra o colonialismo inglês. Hoje constituem um império gigantesco, que não passava naquela altura pela mente de seus fundadores.  Porém, nada mudou para os indígenas e os escravos. Os primeiros foram exterminados na medida em que a nação se estendia; os segundos continuaram sendo alvo de leilões nos mercados ―homens, mulheres e crianças― durante quase um século, apesar de que “todos os homens nascem livres e iguais”, como afirma a declaração.

"Rádio Martí, Televisão Martí e outras formas sofisticadas de agressão mediática são insultos ao nome do Heroi Nacional, com o que tentam humilhar o povo cubano e destruir sua resistência.
 
Um dilúvio de discursos e mentiras são encaminhados contra Cuba. Fala McCain, candidato de Bush à Presidência do império; fala o próprio Bush. Contra quem? Contra Martí. Em nome de quem? De Martí".

"Bush descobre que o sistema económico e político do seu império não pode concorrer em serviços vitais, como a saúde e a educação, com a Cuba agredida e bloqueada durante quase 50 anos. Todo o mundo sabe que a especialidade dos Estados Unidos em matéria de educação é o roubo de cérebros".

"A poderosa potência do norte sempre foi hostil a nossa luta, visto que desde havia muito tempo lhe dera o destino manifesto de fazer parte de seu território em plena expansão.
 

"(...) nos Estados Unidos há cinco prisioneiros cubanos hoje, afastados um do outro por milhares de quilómetros. Não têm nenhuma zona à qual pudessem qualificar ironicamente como “Hanoi Hilton”. Os seus sofrimentos e a injustiça de que são vítimas serão conhecidos pelo mundo, não tenha a menor dúvida".