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Bloqueio dos EUA afeta construção de moradias em Cuba
O bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba impede a execução exitosa dos planos de construção, conservação e reabilitação de moradias neste país caribenho.
Fonte
Prensa Latina
Data
O bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba impede a execução exitosa dos planos de construção, conservação e reabilitação de moradias neste país caribenho.
Cifras oficiais indicam que desde abril do ano passado a março de 2009, este ramo, muito sensível para a população, perdeu pelo assédio estadunidense 47,2 milhões de dólares.
Essas perdas incidiram de maneira negativa nos propósitos de cumprir os programas de fabricação de casas previstos e conseguir a recuperação das habitações danificadas pelo açoite de três furacões em 2008.
Com uma ampla rejeição a nível mundial, o cerco obstaculiza a importação de materiais, ferramentas e equipes, assinala o mais recente relatório de Cuba à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio.
No período mencionado, exemplifica o documento, a empresa comercializadora IMECO, importadora de produtos de construção para a moradia, sofreu danos avaliados em 2,3 milhões de dólares.
A principal razão dessa afetação foi a diferença de preços ao ter a ilha antilhana que adquirir os meios em mercados longínquos geograficamente.
Situação similar enfrenta a empresa MATCO, também importadora, obrigada a realizar mais de 80 por cento de seu comércio na Europa e na Ásia, o quê gera também demoras nas operações.
Atualmente, o tempo de execução médio de dita entidade é de 11 meses, mas se Cuba tivesse a possibilidade de operar no mercado dos Estados Unidos o tempo se reduziria a menos da metade, aponta o mencionado texto.
Imposta há quase meio século, a referida política contra a nação caribenha, precisam dados oficiais, causou-lhe danos materiais de mais de 96 bilhões de dólares, custo que ao preço atual dessa moeda ascende a 236,221 bilhões.
Cifras oficiais indicam que desde abril do ano passado a março de 2009, este ramo, muito sensível para a população, perdeu pelo assédio estadunidense 47,2 milhões de dólares.
Essas perdas incidiram de maneira negativa nos propósitos de cumprir os programas de fabricação de casas previstos e conseguir a recuperação das habitações danificadas pelo açoite de três furacões em 2008.
Com uma ampla rejeição a nível mundial, o cerco obstaculiza a importação de materiais, ferramentas e equipes, assinala o mais recente relatório de Cuba à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio.
No período mencionado, exemplifica o documento, a empresa comercializadora IMECO, importadora de produtos de construção para a moradia, sofreu danos avaliados em 2,3 milhões de dólares.
A principal razão dessa afetação foi a diferença de preços ao ter a ilha antilhana que adquirir os meios em mercados longínquos geograficamente.
Situação similar enfrenta a empresa MATCO, também importadora, obrigada a realizar mais de 80 por cento de seu comércio na Europa e na Ásia, o quê gera também demoras nas operações.
Atualmente, o tempo de execução médio de dita entidade é de 11 meses, mas se Cuba tivesse a possibilidade de operar no mercado dos Estados Unidos o tempo se reduziria a menos da metade, aponta o mencionado texto.
Imposta há quase meio século, a referida política contra a nação caribenha, precisam dados oficiais, causou-lhe danos materiais de mais de 96 bilhões de dólares, custo que ao preço atual dessa moeda ascende a 236,221 bilhões.
