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Honduras foi ensaio de escalada militar, adverte Chávez
O golpe de Estado em Honduras foi o ensaio de uma escalada bélica cuja continuidade aumenta e potencializa-se com as novas bases militares estadunidenses na Colômbia, advertiu hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
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PL
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O golpe de Estado em Honduras foi o ensaio de uma escalada bélica cuja continuidade aumenta e potencializa-se com as novas bases militares estadunidenses na Colômbia, advertiu hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
O mandatário expressou preocupação porque a situação começa a esfriar-se internacionalmente e diminui a pressão sobre o gorilato, diante do qual solicitou seguir fazendo o impossível para que o povo hondurenho recupere seu caminho democrático.
Em sua coluna dominical, As linhas de Chávez, insistiu que o golpe foi executado em conivência aberta com a base militar estadunidense de Palmerola, onde aterrissou o avião que sequestrou o presidente Manuel Zelaya do país.
"São dois meses de lições: uma, o poder descaradamente intervencionista de importantes setores gringos empenhados em torcer os destinos de um povo; e outra, a impotência dos organismos internacionais por fazer cumprir suas próprias decisões", apontou.
Em sua opinião, trata-se de um péssimo sinal para o restante do continente, "que pode começar a ver a humilhação e a injustiça convertida em pão de cada dia".
Chávez assegurou que não existe exagero sobre o risco iminente para toda a região e, em especial, os vizinhos da Colômbia: "Todos somos susceptíveis de uma intervenção militar se não dançamos ao som que nos toque o império", sublinhou.
O mandatário expressou preocupação porque a situação começa a esfriar-se internacionalmente e diminui a pressão sobre o gorilato, diante do qual solicitou seguir fazendo o impossível para que o povo hondurenho recupere seu caminho democrático.
Em sua coluna dominical, As linhas de Chávez, insistiu que o golpe foi executado em conivência aberta com a base militar estadunidense de Palmerola, onde aterrissou o avião que sequestrou o presidente Manuel Zelaya do país.
"São dois meses de lições: uma, o poder descaradamente intervencionista de importantes setores gringos empenhados em torcer os destinos de um povo; e outra, a impotência dos organismos internacionais por fazer cumprir suas próprias decisões", apontou.
Em sua opinião, trata-se de um péssimo sinal para o restante do continente, "que pode começar a ver a humilhação e a injustiça convertida em pão de cada dia".
Chávez assegurou que não existe exagero sobre o risco iminente para toda a região e, em especial, os vizinhos da Colômbia: "Todos somos susceptíveis de uma intervenção militar se não dançamos ao som que nos toque o império", sublinhou.
