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Cuba responsabiliza os ricos por crise alimentar no mundo
Cuba criticou na terça-feira a atitude negligente dos países ricos perante a atual crise alimentar mundial durante uma Cúpula da ONU sobre segurança em essa matéria, que se desenvolve em Roma, Itália.
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Agência Cubana de Notícias
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Cuba criticou na terça-feira a atitude negligente dos países ricos perante a atual crise alimentar mundial durante uma Cúpula da ONU sobre segurança em essa matéria, que se desenvolve em Roma, Itália.
Ao falar no segundo dia de sessões do evento, organizado pelo escritório das Nações Unidas para a alimentação e agricultura (FAO), o chefe da delegação cubana, ministro da agricultura Ulises Rosales del Toro, disse que a incompetência as nações ricas para resolver este problema não é justificável.
Segundo a Prensa Latina Rosales del Toro, que é, aliás, vice-presidente do Conselho de estado cubano acrescentou que os representantes do norte rico deveriam sentir-se envergonhados pelo fato de mais de um bilhão de pessoas passarem fome em um mundo que produz 2,5 vezes a quantidade de alimentos que necessita a população do planeta.
“Os países desenvolvidos têm uma responsabilidade incontestável pela fome e desnutrição de tantas pessoas”, acrescentou.
Segundo o funcionário cubano as grandes empresas do norte, arruinaram muitos dos pequenos produtores do sul e regiões que eram anteriormente auto-suficientes e mesmo exportadores hoje foram transformados em importadores de alimentos.
O ministro cubano da agricultura observou que a essência da atual crise mundial reside na distribuição desigual e injusta da riqueza e a função monopolizadora das grandes empresas transnacionais.
Ao falar no segundo dia de sessões do evento, organizado pelo escritório das Nações Unidas para a alimentação e agricultura (FAO), o chefe da delegação cubana, ministro da agricultura Ulises Rosales del Toro, disse que a incompetência as nações ricas para resolver este problema não é justificável.
Segundo a Prensa Latina Rosales del Toro, que é, aliás, vice-presidente do Conselho de estado cubano acrescentou que os representantes do norte rico deveriam sentir-se envergonhados pelo fato de mais de um bilhão de pessoas passarem fome em um mundo que produz 2,5 vezes a quantidade de alimentos que necessita a população do planeta.
“Os países desenvolvidos têm uma responsabilidade incontestável pela fome e desnutrição de tantas pessoas”, acrescentou.
Segundo o funcionário cubano as grandes empresas do norte, arruinaram muitos dos pequenos produtores do sul e regiões que eram anteriormente auto-suficientes e mesmo exportadores hoje foram transformados em importadores de alimentos.
O ministro cubano da agricultura observou que a essência da atual crise mundial reside na distribuição desigual e injusta da riqueza e a função monopolizadora das grandes empresas transnacionais.
