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Chávez: começa em Copenhague batalha por salvação do planeta
Na XV Conferência sobre a Mudança Climática começou uma batalha pela salvação do planeta que não concluiu-se nesta sexta-feira 18 de dezembro, assinalou hoje o presidente venezuelano Hugo Chávez.
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PL
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Na XV Conferência sobre a Mudança Climática começou uma batalha pela salvação do planeta que não concluiu-se nesta sexta-feira 18 de dezembro, assinalou hoje o presidente venezuelano Hugo Chávez.
Segundo Chávez em suas Linhas deste domingo, "Copenhague mal foi o começo da batalha decisiva pela salvação do planeta. Batalha no terreno das ideias e da praxis."
Reconhece assim mesmo que a batalha já se tinha iniciado nas ruas de Copenhague, com a juventude na vanguarda protestando e propondo.
Pude ver e sentir, desde minha chegada à capital dinamarquesa em 16 de dezembro a força histórica de outro mundo que, para a juventude, já não só é possível senão que é absolutamente necessário, ressalta. O Chefe de Estado cita ao brasileiro Leonardo Boff, teólogo da libertação e uma das vozes mais autorizadas em matéria ecológica, "Que poderíamos esperar de Copenhague? Apenas esta singela confissão: bem como estamos não podemos continuar. E um propósito simples: Vamos mudar de rumo". De acordo com o líder sul-americano, foi a Copenhague lutar por uma mudança de direção em nome da Venezuela e em nome da Aliança Bolivariana.
E ainda, acrescenta, em defesa da causa da humanidade e para clamar junto com o presidente da Bolívia Evo Morais a defesa dos direitos da Pachamama, da Mãe Terra.
Aqui está em debate se vamos viver ou vamos morrer, tomada Chávez as palavras de Morais na conferência.
Chávez indica que essa XV Conferência "permitiu calibrar de que fibra somos feitos, onde mora a esperança e o que podemos fazer para fundar o que o Libertador Simón Bolívar definisse como o equilíbrio do universo; um equilíbrio que nunca poderá se atingir dentro do sistema-mundo capitalista".
Lembra que, antes de nossa chegada a Copenhague, o bloco africano, respaldado pelo Grupo dos 77, estava encarregado de denunciar que os países ricos estavam desentendendo-se do Protocolo de Kyoto.
A julgamento do governante, o Protocolo de Kyoto é o único instrumento internacional para lutar contra o aquecimento global: o único que impõe sanções aos Estados industrializados e protege os países em desenvolvimento.
Segundo Chávez em suas Linhas deste domingo, "Copenhague mal foi o começo da batalha decisiva pela salvação do planeta. Batalha no terreno das ideias e da praxis."
Reconhece assim mesmo que a batalha já se tinha iniciado nas ruas de Copenhague, com a juventude na vanguarda protestando e propondo.
Pude ver e sentir, desde minha chegada à capital dinamarquesa em 16 de dezembro a força histórica de outro mundo que, para a juventude, já não só é possível senão que é absolutamente necessário, ressalta. O Chefe de Estado cita ao brasileiro Leonardo Boff, teólogo da libertação e uma das vozes mais autorizadas em matéria ecológica, "Que poderíamos esperar de Copenhague? Apenas esta singela confissão: bem como estamos não podemos continuar. E um propósito simples: Vamos mudar de rumo". De acordo com o líder sul-americano, foi a Copenhague lutar por uma mudança de direção em nome da Venezuela e em nome da Aliança Bolivariana.
E ainda, acrescenta, em defesa da causa da humanidade e para clamar junto com o presidente da Bolívia Evo Morais a defesa dos direitos da Pachamama, da Mãe Terra.
Aqui está em debate se vamos viver ou vamos morrer, tomada Chávez as palavras de Morais na conferência.
Chávez indica que essa XV Conferência "permitiu calibrar de que fibra somos feitos, onde mora a esperança e o que podemos fazer para fundar o que o Libertador Simón Bolívar definisse como o equilíbrio do universo; um equilíbrio que nunca poderá se atingir dentro do sistema-mundo capitalista".
Lembra que, antes de nossa chegada a Copenhague, o bloco africano, respaldado pelo Grupo dos 77, estava encarregado de denunciar que os países ricos estavam desentendendo-se do Protocolo de Kyoto.
A julgamento do governante, o Protocolo de Kyoto é o único instrumento internacional para lutar contra o aquecimento global: o único que impõe sanções aos Estados industrializados e protege os países em desenvolvimento.
