Новости
Bloqueio dos EUA afeta relações de Cuba com o mundo
O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba não é hoje um assunto bilateral, pois afeta as relações com o mundo, afirmou o subdiretor de Assuntos Multilaterais da Chancelaria, Pedro Luis Pedroso.
Washington usa tal desculpa mesmo que não haja nada mais afastado da verdade, esta postura está totalmente desacreditada, assegurou Pedroso em declarações à Prensa Latina.
Washington usa tal desculpa mesmo que não haja nada mais afastado da verdade, esta postura está totalmente desacreditada, assegurou Pedroso em declarações à Prensa Latina.
Источник
Prensa Latina
Дата
O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba não é hoje um assunto bilateral, pois afeta as relações com o mundo, afirmou o subdiretor de Assuntos Multilaterais da Chancelaria, Pedro Luis Pedroso.
Washington usa tal desculpa mesmo que não haja nada mais afastado da verdade, esta postura está totalmente desacreditada, assegurou Pedroso em declarações à Prensa Latina.
O diplomata cubano explicou que as leis do bloqueio apontam a cortar da ilha toda possibilidade de se relacionar normalmente com os demais países.
"O bloqueio é grosseiramente extraterritorial e esse caráter está codificado em leis como a Helms Burton e a Torricelli", assinalou.
A posição internacional de rejeição para essa política estadounidense, desde 1992 até hoje, é muito clara, porque, além do que significa para Cuba, é uma ação contra o mundo, contra a soberania das nações, comentou o diretor.
Recordou que desde a primeira apresentação do tema do bloqueio a Cuba nas Nações Unidas, há 22 anos, as votações contra o cerco cresceram gradualmente até atingir cifras históricas como as de 2013, quando 188 países respaldaram o relatório da ilha.
Pedroso indicou que as regulações dessa política hostil contra Cuba violam o direito internacional, os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e todas as normas da Organização Mundial do Comércio.
Acrescentou que, como a postura marcada de repúdio para o bloqueio, não há outro tema na América Latina que congregue maior união entre os presidentes da área versus Estados Unidos.
Ademais, o bloqueio é recusado quando um fórum intergovernamental se realiza, apontou.
Nesse sentido, mencionou a cúpula fundacional da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos e seus dois encontros posteriores, a da Unidade Africana, as iberoamericanas e os fóruns da Europa e América Latina, entre outros.
Além disso há todo uma corrente de opiniões bem assentadas dentro dos Estados Unidos, tanto em setores políticos como de negócios, que assegura que essa é uma política obsoleta e, portanto, deve ter fim, sublinhou.
No dia 28 de outubro, a ONU submeterá a uma nova votação o relatório do Ministério de relações Esteriores intitulado "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba".
De acordo com esse documento, os danos à ilha, em moeda atual, chega a 116 bilhões 880 milhões de dólares.
Washington usa tal desculpa mesmo que não haja nada mais afastado da verdade, esta postura está totalmente desacreditada, assegurou Pedroso em declarações à Prensa Latina.
O diplomata cubano explicou que as leis do bloqueio apontam a cortar da ilha toda possibilidade de se relacionar normalmente com os demais países.
"O bloqueio é grosseiramente extraterritorial e esse caráter está codificado em leis como a Helms Burton e a Torricelli", assinalou.
A posição internacional de rejeição para essa política estadounidense, desde 1992 até hoje, é muito clara, porque, além do que significa para Cuba, é uma ação contra o mundo, contra a soberania das nações, comentou o diretor.
Recordou que desde a primeira apresentação do tema do bloqueio a Cuba nas Nações Unidas, há 22 anos, as votações contra o cerco cresceram gradualmente até atingir cifras históricas como as de 2013, quando 188 países respaldaram o relatório da ilha.
Pedroso indicou que as regulações dessa política hostil contra Cuba violam o direito internacional, os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e todas as normas da Organização Mundial do Comércio.
Acrescentou que, como a postura marcada de repúdio para o bloqueio, não há outro tema na América Latina que congregue maior união entre os presidentes da área versus Estados Unidos.
Ademais, o bloqueio é recusado quando um fórum intergovernamental se realiza, apontou.
Nesse sentido, mencionou a cúpula fundacional da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos e seus dois encontros posteriores, a da Unidade Africana, as iberoamericanas e os fóruns da Europa e América Latina, entre outros.
Além disso há todo uma corrente de opiniões bem assentadas dentro dos Estados Unidos, tanto em setores políticos como de negócios, que assegura que essa é uma política obsoleta e, portanto, deve ter fim, sublinhou.
No dia 28 de outubro, a ONU submeterá a uma nova votação o relatório do Ministério de relações Esteriores intitulado "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba".
De acordo com esse documento, os danos à ilha, em moeda atual, chega a 116 bilhões 880 milhões de dólares.
