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Fidel Castro: “Nosso deve é vencer!”
“Nosso deve é vencer”, disse o líder histórico da Revolução em carta enviada ao
programa “Mesa Rendoda” da TV Cubana, que analisava as conseqüências do impacto do furacão Ike na ilha.
No começo da missiva, Fidel lamentou que pela falta de eletricidade a maior parte da população não pôde
assistir ao programa – relevante fonte de informação – e analisou a importância do serviço energético para
vida humana em geral e como as carências econômicas, não permitiram ainda ao país criar um sistema soterrado
de cabos elétricos.
programa “Mesa Rendoda” da TV Cubana, que analisava as conseqüências do impacto do furacão Ike na ilha.
No começo da missiva, Fidel lamentou que pela falta de eletricidade a maior parte da população não pôde
assistir ao programa – relevante fonte de informação – e analisou a importância do serviço energético para
vida humana em geral e como as carências econômicas, não permitiram ainda ao país criar um sistema soterrado
de cabos elétricos.
Источник
ACN
Дата
Havana, Cuba, 10 set (acn) “Nosso deve é vencer”, disse o líder histórico da Revolução em carta enviada ao
programa “Mesa Rendoda” da TV Cubana, que analisava as conseqüências do impacto do furacão Ike na ilha.
No começo da missiva, Fidel lamentou que pela falta de eletricidade a maior parte da população não pôde
assistir ao programa – relevante fonte de informação – e analisou a importância do serviço energético para
vida humana em geral e como as carências econômicas, não permitiram ainda ao país criar um sistema soterrado
de cabos elétricos.
Mais adiante, Fidel ponderou de maneira positiva o papel desempenhado pela Defesa Civil cubana e o resto do
pessoal envolvido nas ações de preservação da vida humana e os recursos. Imaginou o que seria dos habitantes
da ilha, caso não houvesse por aqui um sistema tão bem articulado nesse sentido.
Fidel exaltou o papel das forças armadas e os corpos combativos do país, como os bombeiros e tropas especiais
e a heroicidade com que eles lutaram contra as inclemências do tempo primeiro e depois para paliar suas
conseqüências, em muitos casos dramáticas. Aliás, sublinhou o papel de hospitais, clínicas, padarias, centros
de informação, sem os que qualquer esforço seria em vão.
Fidel confessou ter sentido verdadeira emoção ao ver o vice-presidente José Ramón Machado Ventura e outras
importantes personalidades da Revolução, que apesar dos anos, souberam percorrer com vitalidade, ao lado das
novas gerações os lugares prejudicados, para conferir os danos e dar um voz de alento à população e os
funcionários.
Em outro segmento da carta, Fidel diz que viu: “com mais claridade do que nunca o valor dos símbolos: as
bandeiras cubanas brilhavam como nunca antes em ombros de funcionários do Partido, fossem mulheres ou homens,
na hora da prova difícil. São os fatores subjetivos, sem os quais tudo estaria perdido e sem os quais não
seria possível a vitória”.
Uma felicitação mereceram os repórteres e jornalistas, que “não dormiam nem descansavam, desafiando as chuvas
e os ventos, informando ao país dos acontecimentos, transmitindo verdades, exemplos e experiências que nos
fazem sentir que fazemos parte de uma comunidade nacional interligada com todos habitantes do planeta”.
“Os povos nos fazem chegar suas mensagens de solidariedade”, disse Fidel em outro parte de seu escrito e
acrescentou: “ainda que grande parte sofre da pobreza e os açoites da natureza que as sociedades de consumo e
suas tecnologias sofisticadas estão conduzindo a um ponto incompatível com a própria sobrevivência”.
Segundo Fidel virá agora o momento “da análise dos fatores objetivos, o uso racional e ótimo dos recursos
materiais e humanos, o que deve ser feito em cada lugar concreto, onde deve ou não se investir, o que fazer
com cada centavo”.