“Juan Gualberto Gómez manteve a crítica mais severa à Emenda Platt. Em 1 de abril submeteu à discussão um texto onde refutava o documento por transgredir os princípios do Tratado de Paris e da Resolução Conjunta.

“As oscuras tempestades que se divisam hoje no horizonte do mundo, não impedirão que os cubanos sigamos trabalhando sem descanso em nossos maravilhosos programas sociais e culturais, conscientes de que estamos realizando uma tarefa humana sem paralelos na história”.

“Cuba é o país que, no mundo, mais colabora para o desenvolvimento do desporto do Terceiro Mundo; o número de instrutores contratados que trabalham em países irmãos realizando um excelente trabalho aumenta, e continuamos a inscrever novos alunos e futuros instrutores. Os nossos instructores formam atletas que competem com os nossos, a alto nível, e continuaremos a fazê-lo”.

“Tanta bondade ainda não lhe permitiu compreender que 50 anos de bloqueio e de crimes contra nossa Pátria não conseguiram dobrar nosso povo. Muitas coisas mudarão em Cuba, mas mudarão por nosso esforço e apesar dos Estados Unidos. Talvez esse império se derrube antes”.

“Qualquer Pessoa honesta capaz de observar com objetividade os acontecimentos, pode avaliar a perigosidade do conjunto de fatos cínicos e brutais que caracterizam a política dos Estados Unidos, e explicam a vergonhosa solidão desse país no debate das Nações Unidas sobre a “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba”.

"Cuba tem demonstrado que não é preciso a presença de tropas estrangeiras para evitar a cultura e o tráfico de drogas e para manter a ordem interna, apesar de que os Estados Unidos, a potência mais poderosa da terra, promoveu, financiou e armou durante dezenas de anos as ações terroristas contra a Revolução Cubana."

“Cuba demonstrou durante meio século que é possível lutar e resistir. Está errado o Presidente dos Estados Unidos, e estão errados os seus assessores,  se continuam o seu caminho sórdido e depreciativo com os povos da América Latina”.

“Um país como Cuba conhece muito bem que depois que os Estados Unidos de América impõe uma das suas bases militares, vai embora caso o desejar, ou permanece pela força como já o fez com Guantánamo há mais de cem anos”.

“Nunca será suficiente  o que se diga sobre o cinismo da política dos Estados Unidos da América, que inclui  Cuba na lista de países terroristas, aplica a Lei assassina de Ajuste Cubano com carácter exclusivo a nossa nação, e a bloqueia economicamente, proibindo inclusive a venda de equipamentos médicos e medicamentos.”

“Cuba dispõe do dobro de médicos per capita que o conjunto das nações mais desenvolvidas. Nenhum país prestou nem presta, gratuitamente, mais apoio aos serviços de saúde de outros povos, nem salvou mais vidas. Um povo que age assim, não tem, nem pode ter, vocação de fabricante de armas biológicas.”