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Indígenas denunciam catástrofes ambientais no FSM
Mais de 2.000 povos indígenas denunciaram nesta quarta-feira os graves problemas do meio ambiente do planeta durante o Fórum Social Mundial (FSM), que se celebra em Belém do Pará, Brasil.
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ACN
Дата
Mais de 2.000 povos indígenas denunciaram nesta quarta-feira os graves problemas do meio ambiente do planeta durante o Fórum Social Mundial (FSM), que se celebra em Belém do Pará, Brasil.
Destruição em nome do desenvolvimento ou idéias que ignoram as necessidades de milhões de pessoas pobres não podem ser opções válidas, afirmaram vários dos delegados ao FSM.
A própria Amazônia foi citada como um claro exemplo da crescente deterioração de importantes regiões florestais, devido ao desmatamento e à implementação de culturas agrícolas, que são prejudiciais para a saúde da selva, além de atividades mineiras e pesca descontrolada.
Entre os participantes do Fórum estão cinco presidentes latino-americanos, convidados ao evento: Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai) e Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil).
“Os dirigentes regionais devem complementar-se mutuamente em uma batalha comum”, disse Evo Morales, citado pela Prensa Latina.
Focada nas possíveis alternativas para lidar com a crise mundial, a nona edição do FSM conta com a presença de uns 4.000 movimentos sociais de 150 países em todo o mundo. O número total de participantes, segundo o correspondente da PL, beira os cem mil.
Os participantes também condenaram ontem a agressão israelita contra o povo palestino e o prolongado bloqueio dos E.U. contra Cuba, assim como manifestaram solidariedade para com a ilha caribenha, devastada por três poderosos furacões alguns meses atrás.
O FSM continua seus debates e atividades até o domingo 01 de fevereiro, como alternativa ao Foro de Davos, Suíça, cujo fim básico é defender os interesses dos países mais desenvolvidos, a despeito de qualquer outra preocupação.
Destruição em nome do desenvolvimento ou idéias que ignoram as necessidades de milhões de pessoas pobres não podem ser opções válidas, afirmaram vários dos delegados ao FSM.
A própria Amazônia foi citada como um claro exemplo da crescente deterioração de importantes regiões florestais, devido ao desmatamento e à implementação de culturas agrícolas, que são prejudiciais para a saúde da selva, além de atividades mineiras e pesca descontrolada.
Entre os participantes do Fórum estão cinco presidentes latino-americanos, convidados ao evento: Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai) e Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil).
“Os dirigentes regionais devem complementar-se mutuamente em uma batalha comum”, disse Evo Morales, citado pela Prensa Latina.
Focada nas possíveis alternativas para lidar com a crise mundial, a nona edição do FSM conta com a presença de uns 4.000 movimentos sociais de 150 países em todo o mundo. O número total de participantes, segundo o correspondente da PL, beira os cem mil.
Os participantes também condenaram ontem a agressão israelita contra o povo palestino e o prolongado bloqueio dos E.U. contra Cuba, assim como manifestaram solidariedade para com a ilha caribenha, devastada por três poderosos furacões alguns meses atrás.
O FSM continua seus debates e atividades até o domingo 01 de fevereiro, como alternativa ao Foro de Davos, Suíça, cujo fim básico é defender os interesses dos países mais desenvolvidos, a despeito de qualquer outra preocupação.