Golpes da natureza obrigam a suspender classes em Guatemala
Os escolares iniciam hoje em uma semana de receso obrigado no período lectivo, dada a emergência vigente em Guatemala pelos golpes recebidos de dois eventos naturais.
Источник
Prensa Latina
Дата
Os escolares iniciam hoje em uma semana de receso obrigado no período lectivo, dada a emergência vigente em Guatemala pelos golpes recebidos de dois eventos naturais.

  O governo ditou a suspensão das classes em todo o país, tanto para escolas públicas como privadas, até o 4 de junho, anunciada pelo presidente Alvaro Colom.

Considerada pelo mandatário uma medida prudente, busca diminuir o fluxo de pessoas nas ruas e assim lhes evitar riscos, quando a nível nacional prossegue uma etapa de avaliação de danos para começar a reconstrução.

Porque ainda que o vulcão Pacaya retornou a seus parámetros normais de atividade e a tormenta-depresión-sistema de baixa pressão passou a melhor vida, os sucessivos estragos causados por ambos durante os últimos quatro dias são palpables.

Ainda são variables as cifras de pessoas desaparecidas, feridas, evacuadas e albergadas ou de destruição em moradias, caminhos e outra infra-estrutura, sem falar das perdas de colheitas.

Sobretudo há muita incerteza quanto à cifra real de mortes, pois os meios jornalísticos contabilizan por sua conta segundo reporte-los de suas corresponsales no interior do país e, logicamente, vão aparecendo mais corpos com o passo do tempo. Mas é a Coordenadora Nacional para a Redução de Desastres a autorizada a oferecer os dados oficiais a respeito da tragédia vivida pela população, tanto na ordem humana como material.

Um dos inconvenientes desta situação, pelo dizer de maneira suave, é o fechamento desde a quinta-feira, quando estalló o Pacaya, de todas as operações do aeroporto internacional A Aurora, nesta capital.

De tal maneira Guatemala ficou incomunicada por via aérea em seu principal terminal, coberta por uma gruesa camada de areia vulcânica difícil de retirar em pouco tempo pelo embate posterior das precipitações pluviales.

Milhares de passageiros ficaram sem poder sair ou entrar, até que El Salvador assumiu em uma de suas instalações a tarefa de aliviar este percance. A véspera as tarefas de limpeza da pista principal ainda estavam ao 70 por cento, o qual ao menos permitia operar aos helicópteros e pequenas naves de hélice devidamente autorizados.

Essa abertura do espaço aéreo foi de muita importância para o início de envio de alimentos e artigos indispensáveis às pessoas precisadas em regiões isoladas.

O chefe de Estado destacou os oferecimentos de ajuda internacional e o labor de ajuste para dedicar recursos financeiros internos às tarefas de recuperação.

Deles, mencionou os previstos em um anunciado e já cancelado exercício de simulacro de terremoto, programado originalmente para o 8 de junho a nível nacional.

Em tanto, das arcas do Estado sairão outros a conta de um empréstimo por 85 milhões de dólares outorgado para o único fim de ser utilizado em caso de ocorrer um desastre natural, como é o caso.