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Espero que Cuba me continue levando em conta
A guatemalteca Rigoberta Menchú, Prêmio Nobel da Paz, honrou com sua presença a 20ª Feira Internacional do Livro Cuba 2011, ao aceitar o convite ao espaço Encontro com... conduzido pela jornalista Magda Resik, na sala Nicolás Guillén, da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña.
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Granma Internacional
Дата
A guatemalteca Rigoberta Menchú, Prêmio Nobel da Paz, honrou com sua presença a 20ª Feira Internacional do Livro Cuba 2011, ao aceitar o convite ao espaço Encontro com... conduzido pela jornalista Magda Resik, na sala Nicolás Guillén, da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña.
Um nutrido público, no qual se encontrava o membro do Bureau Político e ministro cubano da Cultura, Abel Prieto Jiménez; a presidenta do Instituto Cubano do Livro, Zuleica Romay e o embaixador da Guatemala em Cuba, Estuardo Meneses Coronado, escutou a carismática líder indígena, quem, entre outros tópicos, abordou preferentemente seu vínculo com a literatura, na qual fez uma incursão, junto ao escritor e crítico literário guatemalteco, Prêmio Nacional de Literatura, Dante Liano.
Na cálida conversa com um auditório empolgado pelo fato de conversar com esta personalidade universal, Menchú referiu o desejo que a levou a participar desta festa cultural e o prazer que teve ao fazer literatura. "Não sou grande escritora mas sim uma contadora de contos", frisou.
Liano, por seu lado, precisou que a insigne guatemalteca é herdeira da cultura oral maia e possui o dom e a magia da palavra. Um requintado cuidado na correção caracteriza o trabalho destes dois narradores, que já lançaram em parceria seis livros de contos, dos quais, um deles, cujo título é El legado secreto, será lançado em breve, em Cuba.
Durante a velada, ela fez anedotas pessoais, referências a sua história como lutadora pelos direitos sociais de sua etnia e à milenar cultura cheia de valores e lendas à que pertence, e, aliás, asseverou que "aqui se lê mais do que em qualquer país do continente e se lêem os melhores pensamentos que se produzem no continente e no mundo".
Concluiu sua intervenção ratificando seu apoio à causa dos Cinco antiterroristas presos nos cárceres do império, seu imenso carinho por Fidel e expressando seu desejo de que Cuba continue levando-a em conta.
Um nutrido público, no qual se encontrava o membro do Bureau Político e ministro cubano da Cultura, Abel Prieto Jiménez; a presidenta do Instituto Cubano do Livro, Zuleica Romay e o embaixador da Guatemala em Cuba, Estuardo Meneses Coronado, escutou a carismática líder indígena, quem, entre outros tópicos, abordou preferentemente seu vínculo com a literatura, na qual fez uma incursão, junto ao escritor e crítico literário guatemalteco, Prêmio Nacional de Literatura, Dante Liano.
Na cálida conversa com um auditório empolgado pelo fato de conversar com esta personalidade universal, Menchú referiu o desejo que a levou a participar desta festa cultural e o prazer que teve ao fazer literatura. "Não sou grande escritora mas sim uma contadora de contos", frisou.
Liano, por seu lado, precisou que a insigne guatemalteca é herdeira da cultura oral maia e possui o dom e a magia da palavra. Um requintado cuidado na correção caracteriza o trabalho destes dois narradores, que já lançaram em parceria seis livros de contos, dos quais, um deles, cujo título é El legado secreto, será lançado em breve, em Cuba.
Durante a velada, ela fez anedotas pessoais, referências a sua história como lutadora pelos direitos sociais de sua etnia e à milenar cultura cheia de valores e lendas à que pertence, e, aliás, asseverou que "aqui se lê mais do que em qualquer país do continente e se lêem os melhores pensamentos que se produzem no continente e no mundo".
Concluiu sua intervenção ratificando seu apoio à causa dos Cinco antiterroristas presos nos cárceres do império, seu imenso carinho por Fidel e expressando seu desejo de que Cuba continue levando-a em conta.
