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Conferência aborda desafios da América Central e Caribe
Apartir de hoje, estudiosos da vida e obra de José Martí debaterão na Guatemala sobre os desafios do século XXI para a América Central e o Caribe, baseados em princípios legados por esse heroi latino-americano.
Источник
Prensa Latina
Дата
Apartir de hoje, estudiosos da vida e obra de José Martí debaterão na Guatemala sobre os desafios do século XXI para a América Central e o Caribe, baseados em princípios legados por esse heroi latino-americano.
Após a inauguração, está previsto que palestrantes do México, de Cuba e da Venezuela façam suas apresentações nas comissões "Multiculturalismo e povos indígenas. Visões iniciais de José Martí" e "Jornalismo martiano: aproximações a um discurso nuestramericano", segundo o programa do qual Prensa Latina obteve uma cópia.
As sessões desta segunda-feira serão no Instituto de Estudos Interétnicos, localizado na região 1 desta capital.
Para terça-feira, na Escola de História da Universidade de San Carlos (USAC), está prevista a mesa "160 aniversário do nascimento do Apóstolo", que contará com as contribuições teóricas dos cubanos Mayra Beatriz Martínez, Juventina Soler e Mauricio Núñez.
Na próxima quarta-feira, quando se encerrará o evento, serão realizadas na Faculdade de Humanidades da USAC as comissões "Escrituras para um mundo sonhado: Nossa América nas páginas de José Martí" e "Filosofia e política no projeto martiano: caminhos para a América futura".
Desta VIII Conferência Científica também participarão representantes da Costa Rica e da Guatemala.
Os organizadores do evento são as embaixadas de Cuba na Guatemala e da Guatemala em Cuba; as universidades guatemaltecas Rafael Landívar e de San Carlos; e o Centro de Estudos Martianos e a Sociedade Cultural José Martí, ambas instituições em Havana.
Martí, quem não se envergonhou do traje indígena de sua mãe América, deixou muitos recados em sua vasta obra a favor da integração latino-americana.
Com a capacidade de prever o futuro, em um de seus textos publicados na revista La América, em janeiro de 1884, Martí se refere à América Latina como "aqueles que já são em espírito e serão algum dia os Estados Unidos do Sul".
Após a inauguração, está previsto que palestrantes do México, de Cuba e da Venezuela façam suas apresentações nas comissões "Multiculturalismo e povos indígenas. Visões iniciais de José Martí" e "Jornalismo martiano: aproximações a um discurso nuestramericano", segundo o programa do qual Prensa Latina obteve uma cópia.
As sessões desta segunda-feira serão no Instituto de Estudos Interétnicos, localizado na região 1 desta capital.
Para terça-feira, na Escola de História da Universidade de San Carlos (USAC), está prevista a mesa "160 aniversário do nascimento do Apóstolo", que contará com as contribuições teóricas dos cubanos Mayra Beatriz Martínez, Juventina Soler e Mauricio Núñez.
Na próxima quarta-feira, quando se encerrará o evento, serão realizadas na Faculdade de Humanidades da USAC as comissões "Escrituras para um mundo sonhado: Nossa América nas páginas de José Martí" e "Filosofia e política no projeto martiano: caminhos para a América futura".
Desta VIII Conferência Científica também participarão representantes da Costa Rica e da Guatemala.
Os organizadores do evento são as embaixadas de Cuba na Guatemala e da Guatemala em Cuba; as universidades guatemaltecas Rafael Landívar e de San Carlos; e o Centro de Estudos Martianos e a Sociedade Cultural José Martí, ambas instituições em Havana.
Martí, quem não se envergonhou do traje indígena de sua mãe América, deixou muitos recados em sua vasta obra a favor da integração latino-americana.
Com a capacidade de prever o futuro, em um de seus textos publicados na revista La América, em janeiro de 1884, Martí se refere à América Latina como "aqueles que já são em espírito e serão algum dia os Estados Unidos do Sul".
