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Cuba prossegue com exercício militar estratégico
Cuba continua hoje as ações do exercício estratégico Bastión 2013, que procura elevar o nível de preparação e coesão de todos os órgãos de direção e comando no confronto de agressões militares inimigas.
Источник
Prensa Latina
Дата
Cuba continua hoje as ações do exercício estratégico Bastión 2013, que procura elevar o nível de preparação e coesão de todos os órgãos de direção e comando no confronto de agressões militares inimigas.
Bastión 2013 começou nesta terça-feira após o pronunciamento às 9:00 hora local do presidente cubano, Raúl Castro, e será estendida até a sexta-feira 22.
De acordo com o também general do exército e presidente do Conselho de Defesa Nacional, o exercício será realizado de maneira racional e compreende a participação do povo nos dias Nacionais da Defesa, previstos para 23 e 24 próximos.
As palavras do presidente deram início às atividades em todas as províncias, nas quais as dinâmicas operativas simulam possíveis cenários de intervenções militares.
O exercício inclui às instâncias do Partido Comunista de Cuba, do governo, os organismos da administração central do Estado, empresas, unidades e efetivos das Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior.
Todas estas entidades atuam sob a concepção defensiva cubana de Guerra de Todo o Povo, que envolve toda a sociedade e garante que a cada cidadão terá um meio, um lugar e uma forma de defender a pátria.
Castro recordou que o Bastión estava previsto para novembro de 2012, mas nesse momento não pôde ser efetuado devido aos estragos provocados pelo furacão Sandy no leste do país.
A realização deste exercício leva em consideração as experiências de outros países além das tradições de combate próprias da ilha.
Bastión 2013 começou nesta terça-feira após o pronunciamento às 9:00 hora local do presidente cubano, Raúl Castro, e será estendida até a sexta-feira 22.
De acordo com o também general do exército e presidente do Conselho de Defesa Nacional, o exercício será realizado de maneira racional e compreende a participação do povo nos dias Nacionais da Defesa, previstos para 23 e 24 próximos.
As palavras do presidente deram início às atividades em todas as províncias, nas quais as dinâmicas operativas simulam possíveis cenários de intervenções militares.
O exercício inclui às instâncias do Partido Comunista de Cuba, do governo, os organismos da administração central do Estado, empresas, unidades e efetivos das Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior.
Todas estas entidades atuam sob a concepção defensiva cubana de Guerra de Todo o Povo, que envolve toda a sociedade e garante que a cada cidadão terá um meio, um lugar e uma forma de defender a pátria.
Castro recordou que o Bastión estava previsto para novembro de 2012, mas nesse momento não pôde ser efetuado devido aos estragos provocados pelo furacão Sandy no leste do país.
A realização deste exercício leva em consideração as experiências de outros países além das tradições de combate próprias da ilha.
