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Presidente angolano chama a eleições livres e transparentes
O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, chamou nesta segunda-feira à realização de eleições livres, democráticas e transparentes para escolher os 220 deputados da Assembléia Nacional durante as eleições do próximo 05 de setembro.
Источник
ACN
Дата
O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, chamou nesta segunda-feira à realização de eleições livres, democráticas e transparentes para escolher os 220 deputados da Assembléia Nacional durante as eleições do próximo 05 de setembro.
Em mensagem transmitida pela mídia e citada pela PL, o governante apontou que a cada partido ou coalizão política terá um tempo de rádio e televisão para argumentar seu programa de governo.
Este momento representa um passo sem precedentes, apontou Dos Santos, para a normalização política e institucional do país e para o aperfeiçoamento do estado de direito democráticos.
De aqui para frente, disse, as eleições legislativas passarão a ser organizadas a cada quatro anos.
“Lutamos muito para chegar até aqui, referiu o governante, e todos, sem exceção, oferecemos sacrifícios em prol da estabilidade do país e de sua integridade nacional”.
O chefe de estado assinalou que a conquista da paz, em 2002, abriu perspectivas para Angola, pois permitiu o reencontro da grande família angolana e o processo de pacificação e reconciliação nacional.
E as eleições, acrescentou, são a culminação deste longo caminho que permitirá a afirmação plena da cidadania de todos os angolanos em idade de votar.
Por tal motivo, o também presidente do dirigente Movimento para a Libertação de Angola (MPLA) convocou a observar uma atitude de respeito e tolerância para as opiniões da cada qual.
“Angola pode dar um exemplo a nosso continente e ao mundo, sublinhou, sobre a forma de realizar eleições democráticas, livres e transparentes”, asseverou.
Durante a campanha eleitoral não há inimigos, há somente adversários políticos com programas diferentes que buscam captar o maior número de votos para conquistar o poder e o exercer com legitimidade, salientou.
Cada partido deve utilizar como arma as idéias e o eleitor, o voto, para eleger quem quiser.
Se se respeitam as normas legais na atividade eleitoral, vaticinou Dos Santos, vamos todos vencer e contribuir à construção do país democrático de nossos sonhos. Eu espero que assim seja e que Angola vencerá.
Em mensagem transmitida pela mídia e citada pela PL, o governante apontou que a cada partido ou coalizão política terá um tempo de rádio e televisão para argumentar seu programa de governo.
Este momento representa um passo sem precedentes, apontou Dos Santos, para a normalização política e institucional do país e para o aperfeiçoamento do estado de direito democráticos.
De aqui para frente, disse, as eleições legislativas passarão a ser organizadas a cada quatro anos.
“Lutamos muito para chegar até aqui, referiu o governante, e todos, sem exceção, oferecemos sacrifícios em prol da estabilidade do país e de sua integridade nacional”.
O chefe de estado assinalou que a conquista da paz, em 2002, abriu perspectivas para Angola, pois permitiu o reencontro da grande família angolana e o processo de pacificação e reconciliação nacional.
E as eleições, acrescentou, são a culminação deste longo caminho que permitirá a afirmação plena da cidadania de todos os angolanos em idade de votar.
Por tal motivo, o também presidente do dirigente Movimento para a Libertação de Angola (MPLA) convocou a observar uma atitude de respeito e tolerância para as opiniões da cada qual.
“Angola pode dar um exemplo a nosso continente e ao mundo, sublinhou, sobre a forma de realizar eleições democráticas, livres e transparentes”, asseverou.
Durante a campanha eleitoral não há inimigos, há somente adversários políticos com programas diferentes que buscam captar o maior número de votos para conquistar o poder e o exercer com legitimidade, salientou.
Cada partido deve utilizar como arma as idéias e o eleitor, o voto, para eleger quem quiser.
Se se respeitam as normas legais na atividade eleitoral, vaticinou Dos Santos, vamos todos vencer e contribuir à construção do país democrático de nossos sonhos. Eu espero que assim seja e que Angola vencerá.