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Solidariedade panamenha com Cuba por cinco décadas de Revolução
A solidariedade com Cuba no Panamá ganha hoje espaço na agenda de
organizações sociais, em reconhecimento a colaboração em diversos setores e pelo 50º aniversário da Revolução na ilha.
Quelle
Prensa Latina
Datum
Panamá, 31 dez (Prensa Latina) A solidariedade com Cuba no Panamá ganha hoje espaço na agenda de organizações sociais, em reconhecimento a colaboração em diversos setores e pelo 50º aniversário da Revolução na ilha.
Nesse sentido, a Associação de Pais com Filhos Estudando em Cuba da província de Chiriquí emitiu um manifesto onde ressaltaram o apoio permanente de Cuba para Panamá na recuperação da soberania sobre o canal.
Ao anterior, indicaram, somam-se os programas em andamento como a Operação Milagre, de Bolsas de Medicina, a assessoria no esporte, alfabetização mediante o método “Eu sim Posso”, a assistência agropecuária e o acordo energético.
No documento, difundido nesta capital, denunciaram igualmente a posição de Washington contra os cinco antiterroristas cubanos presos em cárceres estadunidenses.
Seu único delito, acrescentaram, “foi lutar contra o terrorismo que semeia mortes e desolação em qualquer parte do mundo e que só a Cuba lhe custou mais de três mil vítimas humanas”.
Frente a essa conjuntura, a associação ratificou o respaldo aos chamados para que os Estados Unidos levantem o bloqueio econômico, comercial e financeiro que impuseram a Cuba por cinco décadas.
Deve permitir-se que esse país “seja gestor e construtor de seu próprio destino, que se respeite a autodeterminação dos povos do mundo e portanto o de Cuba, como o assinalam a Carta da ONU e o Direito Internacional”, acrescentou.
A organização destacou o 50º aniversário do triunfo da Revolução cubana, à qual reconheceu como um “exemplo imperecível para as grandes massas populares e progressistas do mundo e que demonstrou que a construção de uma sociedade justa, livre e humana é possível”.
Nesse sentido, a Associação de Pais com Filhos Estudando em Cuba da província de Chiriquí emitiu um manifesto onde ressaltaram o apoio permanente de Cuba para Panamá na recuperação da soberania sobre o canal.
Ao anterior, indicaram, somam-se os programas em andamento como a Operação Milagre, de Bolsas de Medicina, a assessoria no esporte, alfabetização mediante o método “Eu sim Posso”, a assistência agropecuária e o acordo energético.
No documento, difundido nesta capital, denunciaram igualmente a posição de Washington contra os cinco antiterroristas cubanos presos em cárceres estadunidenses.
Seu único delito, acrescentaram, “foi lutar contra o terrorismo que semeia mortes e desolação em qualquer parte do mundo e que só a Cuba lhe custou mais de três mil vítimas humanas”.
Frente a essa conjuntura, a associação ratificou o respaldo aos chamados para que os Estados Unidos levantem o bloqueio econômico, comercial e financeiro que impuseram a Cuba por cinco décadas.
Deve permitir-se que esse país “seja gestor e construtor de seu próprio destino, que se respeite a autodeterminação dos povos do mundo e portanto o de Cuba, como o assinalam a Carta da ONU e o Direito Internacional”, acrescentou.
A organização destacou o 50º aniversário do triunfo da Revolução cubana, à qual reconheceu como um “exemplo imperecível para as grandes massas populares e progressistas do mundo e que demonstrou que a construção de uma sociedade justa, livre e humana é possível”.
