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Mensagens de paz e amor em concerto de Buena Fé pelos Cinco
O grupo Buena Fé cantou ao amor, à paz e à liberdade em um concerto que acercou ainda mais seus coterrâneos à causa pela liberdade dos Cinco antiterroristas cubanos, presos nos Estados Unidos há 15 anos.
Quelle
Prensa Latina
Datum
O grupo Buena Fé cantou ao amor, à paz e à liberdade em um concerto que acercou ainda mais seus coterrâneos à causa pela liberdade dos Cinco antiterroristas cubanos, presos nos Estados Unidos há 15 anos.
Trazemos uma mensagem de paz, disse à Prensa Latina Joel Martínez, um dos integrantes e vocalista do grupo.
Queremos que chegue a todos uma mensagem de lealdade, de amor, de participação. É necessário que se conheça ainda mais a verdade sobre estes homens que justamente estão presos por cuidar da nossa liberdade, da nossa soberania.
O concerto, que atraiu a milhares de seguidores do grupo, em especial jovens, foi ideia de René González, um dos Cinco que cumpriu sua condenação e está de volta a seu país.
A Praça Vermelha, do capitalino município 10 de outubro, um dos mais povoados, foi o palco deste espetáculo ontem.
Queríamos sair dos lugares tradicionais que reúnem a muito público, chegar aos lugares mais distantes, explicou em um breve encontro com a imprensa Israel Rojas, líder da banda.
E o convidado de especial foi o próprio René González.
É um presente para a juventude deste município, para os que já não são tão jovens e para nós mesmos que aprendemos a gostar do Buena Fé na prisão, disse à imprensa.
O agrupamento presenteou seus admiradores com umas 20 canções, entre elas De proa a popa, inspirada no amor de Adriana Pérez e Gerardo Hernández, outro dos Cinco que cumpre uma condenação de duas penas perpétuas mais 15 anos de prisão.
Se não conseguimos que os Cinco regressem, um deles, Gerardo, morrerá no cárcere, disse Rojas na apresentação do tema.
O Buena Fé ofereceu a seus seguidores quase 20 canções e o público dançou e cantou com Catalejo, Nascemos anjos, Ser de sol- do compositor cubano Descemer Bueno- e até dançou a conga a final com Playstation, tema da trilha sonora do filme homônimo, do diretor cubano Ian Padrón.
Foi um canto de liberdade, um concerto para unir forças nos mais jovens para trazer de volta Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e Gerardo Hernández, disse à Prensa Latina Susana Pimentel, uma das assistentes.
Trazemos uma mensagem de paz, disse à Prensa Latina Joel Martínez, um dos integrantes e vocalista do grupo.
Queremos que chegue a todos uma mensagem de lealdade, de amor, de participação. É necessário que se conheça ainda mais a verdade sobre estes homens que justamente estão presos por cuidar da nossa liberdade, da nossa soberania.
O concerto, que atraiu a milhares de seguidores do grupo, em especial jovens, foi ideia de René González, um dos Cinco que cumpriu sua condenação e está de volta a seu país.
A Praça Vermelha, do capitalino município 10 de outubro, um dos mais povoados, foi o palco deste espetáculo ontem.
Queríamos sair dos lugares tradicionais que reúnem a muito público, chegar aos lugares mais distantes, explicou em um breve encontro com a imprensa Israel Rojas, líder da banda.
E o convidado de especial foi o próprio René González.
É um presente para a juventude deste município, para os que já não são tão jovens e para nós mesmos que aprendemos a gostar do Buena Fé na prisão, disse à imprensa.
O agrupamento presenteou seus admiradores com umas 20 canções, entre elas De proa a popa, inspirada no amor de Adriana Pérez e Gerardo Hernández, outro dos Cinco que cumpre uma condenação de duas penas perpétuas mais 15 anos de prisão.
Se não conseguimos que os Cinco regressem, um deles, Gerardo, morrerá no cárcere, disse Rojas na apresentação do tema.
O Buena Fé ofereceu a seus seguidores quase 20 canções e o público dançou e cantou com Catalejo, Nascemos anjos, Ser de sol- do compositor cubano Descemer Bueno- e até dançou a conga a final com Playstation, tema da trilha sonora do filme homônimo, do diretor cubano Ian Padrón.
Foi um canto de liberdade, um concerto para unir forças nos mais jovens para trazer de volta Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e Gerardo Hernández, disse à Prensa Latina Susana Pimentel, uma das assistentes.
