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Ficção e história em filme sobre a batalha de Cangamba
“Kangamba, ensina a crescer, a ser mais humanos e a aprender”, disse hoje o diretor de cinema Rogelio París sobre o longametragem, que com trama inspirada na histórica batalha da guerra de Angola, tem estréia prevista para o próximo 02 de outubro.
Quelle
ACN
Datum
“Kangamba, ensina a crescer, a ser mais humanos e a aprender”, disse hoje o diretor de cinema Rogelio París sobre o longametragem, que com trama inspirada na histórica batalha da guerra de Angola, tem estréia prevista para o próximo 02 de outubro.
O cineasta afirmou à ACN que o filme, cuja ação reflete a participação cubana na batalha de Cangamba, acontecida há 25 anos, constitui um legado ético, onde se mostra a confluência sentimental de duas culturas e tenta reflexionar sobre as relações humanas em situações limites.
Kangamba não é filme de guerra, mas de homens e mulheres na guerra, precisou Paris e agregou que -mesmo sem poder esquecer a epopéia- tem um caráter intimista, ao tratar de heróis que são seres humanos sensíveis e não carentes de contradições.
A idéia, segundo seu diretor, foi ‘africanizar’ o longa, tanto na imagem, quanto no discurso. Daí que se utilizassem todos os recursos expressivos à mão: desde a maquiagem e caracterização de personagens até o sotaque típico, próprio do sul de Angola. Mesmo assim, a obra reflete uma história comum de duas nações que pode ser exibida em qualquer parte.
O General de Brigada Enrique Acevedo, principal coordenador pelas Forças Armadas Revolucionárias (FAR), junto ao Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas (ICAIC) na realização, assegura que o filme foi muito fiel à história real.
Realmente dá um ambiente de guerra, apontou, porque convencem os efeitos visuais e o argumento narrado.
Kangamba terá sua estréia nacional no próximo dois de outubro em 271 espaços em toda a Ilha, inclusive se projetará em lugares abertos nas zonas mais afetadas por recentes furacões, informou Roberto Smith, vice-presidente do ICAIC.
O cineasta afirmou à ACN que o filme, cuja ação reflete a participação cubana na batalha de Cangamba, acontecida há 25 anos, constitui um legado ético, onde se mostra a confluência sentimental de duas culturas e tenta reflexionar sobre as relações humanas em situações limites.
Kangamba não é filme de guerra, mas de homens e mulheres na guerra, precisou Paris e agregou que -mesmo sem poder esquecer a epopéia- tem um caráter intimista, ao tratar de heróis que são seres humanos sensíveis e não carentes de contradições.
A idéia, segundo seu diretor, foi ‘africanizar’ o longa, tanto na imagem, quanto no discurso. Daí que se utilizassem todos os recursos expressivos à mão: desde a maquiagem e caracterização de personagens até o sotaque típico, próprio do sul de Angola. Mesmo assim, a obra reflete uma história comum de duas nações que pode ser exibida em qualquer parte.
O General de Brigada Enrique Acevedo, principal coordenador pelas Forças Armadas Revolucionárias (FAR), junto ao Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas (ICAIC) na realização, assegura que o filme foi muito fiel à história real.
Realmente dá um ambiente de guerra, apontou, porque convencem os efeitos visuais e o argumento narrado.
Kangamba terá sua estréia nacional no próximo dois de outubro em 271 espaços em toda a Ilha, inclusive se projetará em lugares abertos nas zonas mais afetadas por recentes furacões, informou Roberto Smith, vice-presidente do ICAIC.