Cuba hoje condenou no Conselho de Direitos Humanos por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, a cruzada dos Estados Unidos para impedir a cooperação médica da ilha com os países necessitados.
'Com sua decisão de atacar a cooperação médica internacional por razões políticas, os Estados Unidos ameaçam o gozo do direito à saúde de milhões de seres humanos que se beneficiam dele em diferentes latitudes', denunciou ao intervir no segundo dia do segmento de Alto nível da 43 a sessão do Conselho.
No Palácio das Nações nesta cidade no oeste da Suíça, o ministro disse ao fórum que apenas a suspensão da colaboração em saúde em vários países da América Latina, como resultado da pressão de Washington, afetou seriamente a qualidade dos cuidados para 67 milhões de pessoas.
Brasil, Bolívia e Equador renderam nos últimos meses a posição hostil da Casa Branca em relação à maior das Antilhas, cenário que encerrou a assistência de profissionais cubanos aos setores mais vulneráveis.
Rodríguez destacou no Conselho de Direitos Humanos o profissionalismo e altruísmo dos mais de 400 mil funcionários que em 56 anos concluíram missões em 164 países em vários continentes.
Ele também lembrou que a ONU e a Organização Mundial da Saúde valorizaram a contribuição médica cubana na batalha contra a cólera no Haiti e o Ebola na África Ocidental.
'A resposta de Cuba à cruzada dos Estados Unidos é firme. Com base em programas legítimos de cooperação intergovernamental, continuaremos salvando vidas e garantindo saúde e bem-estar onde quer que seja solicitado', destacou.
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Cuba condena em Genebra os Estados Unidos contra a cooperação Médica
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Prensa Latina
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