Ballet Espanhol de Cuba recorda seus vínculos com Fidel
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Prensa Latina
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O diretor do Ballet Espanhol de Cuba (BEC), Eduardo Veitía, recordou hoje o carinho do líder histórico da Revolução, Fidel Castro, com sua companhia criada na década de 1980 por Alicia Alonso.
 
Segundo o mestre e coreógrafo, na seguinte década, em 28 de janeiro o corpo de balé recebeu um convite para participar de um ato patriótico-cultural na praça da Revolução nesta capital para celebrar o aniversário do Herói Nacional de Cuba, José Martí.
 
Fidel encontrava-se presente e ao terminar de dançar La guajira flamenca, depois de calorosas ovações, convidaram todos os artistas do BEC a uma recepção no Palácio da Revolução, ali conheceu ao vivo e cumprimentou o líder histórico.
 
Eu estava vestido com a roupa da atuação pois não tive tempo para mudar, tendo passado mais de 20 anos e a lembrança como no primeiro dia, nunca esquecerei o momento, comentou Veitía em uma mensagem enviada a meios de imprensa.
 
Mas não foi a única ocasião em que Fidel esteve perto de nós, pois no Museu de Belas Artes apresentamos A dança do fogo, e ali novamente ele observou atento o espetáculo, a maneira de dançar da então jovem companhia, recordou.
 
Naquele dia a Veitía propuseram-lhe como diretor participar com essa peça do ato de inauguração da Tribuna Anti-imperialista José Martí, nesta capital.
 
Hoje, na distância, se agiganta a presença de Fidel, sua obra, e o Ballet Espanhol de Cuba não quer deixar passar por alto este momento para recordar, assegurou o coreógrafo e relembrou as raízes espanholas da família de Fidel.
 
O tempo passou, mas sua impressão está em todas partes, está em cada um de nós, por isso diante de cada nova tarefa, obra, função a que estejamos envolvidos, sua energia e bondade nos acompanhará sempre, destacou.
 
Fidel está em cada um de nós que saberemos agradecer, a cada dia mais, seu empenho de pôr em primeiro plano o melhor de nossa cultura, sustentou o diretor.