Ativistas, líderes de organizações populares, acadêmicos e pesquisadores refletem nesta capital sobre iniciativas de luta popular, na XII Oficina internacional de paradigmas emancipatórios.
O encontro, inaugurado ontem no Pavilhão Cuba, em Havana, está dedicado a lutadora hondurenha Berta Cáceres, e ao líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro.
A atual edição da oficina, que se reunirá até o dia 13 de janeiro, tem entre suas atividades a celebração de uma feira de administração popular e solidária onde serão expostas iniciativas implementadas em Cuba para o aperfeiçoamento de seu modelo econômico e a consolidação de projeto social.
De acordo com Joel Suárez, coordenador executivo do Centro Martin Luther King Jr., Cuba continua sendo uma referência para a América Latina, razão pela qual os participantes deste evento estão atentos às transformações nesta ilha caribenha.
Este encontro acontece em um momento muito especial para nós, primeiro porque em março do ano passado assassinaram a ativista social hondurenha, Berta Cáceres, e faleceu o líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro, referência permanente para a luta de libertação, acrescentou.
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Cuba reflete sobre paradigmas emancipatórios
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Prensa Latina
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