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Artistas de 54 países participarão da Bienal de Havana
Mais de 300 artistas de 54 países estão convidados para a 10ª Bienal de Havana, confirmaram as fontes organizadoras do evento, cujo objetivo é propiciar um espaço para os artistas do Terceiro Mundo mostrarem e trocarem suas idéias e pontos de vista.
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ACN
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Mais de 300 artistas de 54 países estão convidados para a 10ª Bienal de Havana, confirmaram as fontes organizadoras do evento, cujo objetivo é propiciar um espaço para os artistas do Terceiro Mundo mostrarem e trocarem suas idéias e pontos de vista.
O presidente do Conselho Nacional das Artes (CNAP), Rubén del Valle, disse à mídia que o evento irá começar em 27 de março com a abertura, na fortaleza de San Carlos de la Cabana de Havana, de uma exposição com peças de 144 artistas, cujo fim foi marcado para o 27 abril.
Del Valle também salientou que o tema do evento será a Integração e Resistência na Era Global, e que haverá peças de mais de 200 criadores cubanos, que apresentarão cerca de 400 exposições caracterizadas por serem de diferentes gerações e tendências estéticas.
Também foram programadas atividades culturais, como apresentações musicais e de dança, assim como um evento teórico no Museu Nacional de Belas Artes, no dia 31 de março.
Durante a Bienal circularão várias publicações, como o catálogo geral, três jornais especiais sobre arte cubana, um mapa com a localização das peças, um livro com o melhor do pensamento crítico de edições anteriores do evento, e tablóides com dados sobre as exposições.
Alguns dos convidados especiais serão o colombiano Fernell Franco, o argentino León Ferrari, o sul-africano Sue Williamson, o uruguaio Luis Camnitzer, o porto-riquenho Pepón Osorio, o japonês Shigeo Fukuda, o brasileiro Paulo Bruscky, o canadense Hervé Fischer e o mexicano Guillermo Gómez Peña.
Os projetos coletivos são outro aspecto atrativo do evento, incluindo os da China; revisão da Arte Contemporânea, Latitudes: terras do mundo, Contos do Novo Mundo, Meeting Point, e Lasa Context Art Project.
O presidente do Conselho Nacional das Artes (CNAP), Rubén del Valle, disse à mídia que o evento irá começar em 27 de março com a abertura, na fortaleza de San Carlos de la Cabana de Havana, de uma exposição com peças de 144 artistas, cujo fim foi marcado para o 27 abril.
Del Valle também salientou que o tema do evento será a Integração e Resistência na Era Global, e que haverá peças de mais de 200 criadores cubanos, que apresentarão cerca de 400 exposições caracterizadas por serem de diferentes gerações e tendências estéticas.
Também foram programadas atividades culturais, como apresentações musicais e de dança, assim como um evento teórico no Museu Nacional de Belas Artes, no dia 31 de março.
Durante a Bienal circularão várias publicações, como o catálogo geral, três jornais especiais sobre arte cubana, um mapa com a localização das peças, um livro com o melhor do pensamento crítico de edições anteriores do evento, e tablóides com dados sobre as exposições.
Alguns dos convidados especiais serão o colombiano Fernell Franco, o argentino León Ferrari, o sul-africano Sue Williamson, o uruguaio Luis Camnitzer, o porto-riquenho Pepón Osorio, o japonês Shigeo Fukuda, o brasileiro Paulo Bruscky, o canadense Hervé Fischer e o mexicano Guillermo Gómez Peña.
Os projetos coletivos são outro aspecto atrativo do evento, incluindo os da China; revisão da Arte Contemporânea, Latitudes: terras do mundo, Contos do Novo Mundo, Meeting Point, e Lasa Context Art Project.
