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Governo cubano condecora tradutor de Che no Congo
Godefroid Tchamlesso, tradutor de Ernesto Che Guevara durante sua estada no Congo foi condecorado nesta terça-feira pelo governo cubano.
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ACN
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Godefroid Tchamlesso, tradutor de Ernesto Che Guevara durante sua estada no Congo foi condecorado nesta terça-feira pelo governo cubano.
O ex-guerrilheiro e jornalista recebeu a Medalha da Amizade, como reconhecimento a sua provada lealdade à Revolução cubana perante antigos colega de luta, informa a PL.
Tchamlesso, atualmente diplomata da República Democrática do Congo, evocou detalhes de sua relação com Che Guevara e Kabila (Lorens Désiré Kabila) durante a epopéia de 1965, que considerou “única e sui-generis”.
Por sua vez, Víctor Dreke, segundo chefe da Coluna Um de Che no Congo, também presente no encontro, recordou a reação de Tchamlesso quando Che revelou sua verdadeira identidade para que o então jovem intérprete anunciasse a chegada do cubano-argentino a Kabila, em Dar-es-Salaam.
Levou as mãos à cabeça e começou a gritar: “Escândalo internacional!”, relembrou Dreke, que ainda relatou como os guerrilheiros cruzaram clandestinamente o lago Tanganika.
Admirador incondicional de Che Guevara, Kabila e o líder da Revolução cubana, Fidel Castro, Tchamlesso quer ser enterrado neste país, onde trabalhou várias décadas como correspondente da agência de notícias Prensa Latina. Para ele experiência do Congo foi muito útil para triunfar depois em Angola e Etiópia.
O ex-guerrilheiro e jornalista recebeu a Medalha da Amizade, como reconhecimento a sua provada lealdade à Revolução cubana perante antigos colega de luta, informa a PL.
Tchamlesso, atualmente diplomata da República Democrática do Congo, evocou detalhes de sua relação com Che Guevara e Kabila (Lorens Désiré Kabila) durante a epopéia de 1965, que considerou “única e sui-generis”.
Por sua vez, Víctor Dreke, segundo chefe da Coluna Um de Che no Congo, também presente no encontro, recordou a reação de Tchamlesso quando Che revelou sua verdadeira identidade para que o então jovem intérprete anunciasse a chegada do cubano-argentino a Kabila, em Dar-es-Salaam.
Levou as mãos à cabeça e começou a gritar: “Escândalo internacional!”, relembrou Dreke, que ainda relatou como os guerrilheiros cruzaram clandestinamente o lago Tanganika.
Admirador incondicional de Che Guevara, Kabila e o líder da Revolução cubana, Fidel Castro, Tchamlesso quer ser enterrado neste país, onde trabalhou várias décadas como correspondente da agência de notícias Prensa Latina. Para ele experiência do Congo foi muito útil para triunfar depois em Angola e Etiópia.