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Criticam atitude de países ricos frente á mudança climática
A organização ecologista internacional Greenpeace fustigou hoje os países ricos por continuarem adiando um compromisso para reduzir a menos os efeitos da mudança climática no planeta.
Quelle
Prensa Latina
Datum
A organização ecologista internacional Greenpeace fustigou hoje os países ricos por continuarem adiando um compromisso para reduzir a menos os efeitos da mudança climática no planeta.
O grupo ambientalista criticou a atitude das nações industrializadas que, encabeçadas pelos Estados Unidos, adiaram a tomada de decisões com respeito ao clima na conferência de Barcelona, fechada a véspera depois de cinco dias de intensos debates.
Nesse encontro, ponto de preparação da Cúpula de dezembro próximo em Copenhague, Dinamarca, os estados pobres reclamaram aos países desenvolvidos diminuir as emissões de gases de efeito invernadouro em pelo menos 40 por cento.
Greenpeace denunciou que os países ricos fizeram ouvidos de mercador ante as reclamações das representações do chamado terceiro mundo, as quais representam a maior parte da população mundial e alertam sobre a catástrofe climática que se aproxima.
O grupo ecologista lançou seus dardos, em particular, aos Estados Unidos, quem considerou o maior contaminador da história, cujo governo não quer admitir como certo, a integridade dum acordo legalmente vinculante sobre o alarmante assunto.
A negativa da delegação norte-americana na conferência de Barcelona de jogar sobre a mesa as cifras concretas sobre suas reduções de dióxido de carbono (CO2), tornou-se quase uma utopia a obtenção dum futuro pacto vinculante na capital dinamarquesa.
A julgamento do Greenpeace, essa atitude permitiu que os países membros da União Européia (UE) e outros industrializados recuassem em seus compromissos, frente á magna reunião de Copenhague.
Enquanto os ricos perdem o tempo, incapazes de se pôr de acordo e preocupados só por proteger seus interesses económicos em curto prazo, os mais pobres sofrem já graves danos pela mudança climática em suas economias e populações, disse.
Na cidade catalã, o Grupo dos 77 (G-77), integrado por nações africanas, latino-americanas, asiáticas e economias emergentes como a China, responsabilizou o mundo industrializado ante um eventual falhanço da Cúpula de Copenhague.
A conferência na chamada cidade Condal foi considerada por Nações Unidas como uma das últimas possibilidades de chegar a um consenso no que ao clima respeita, prévio à reunião na Dinamarca, fixada para o próximo 7 de dezembro.
Numa confesão que não deixou margem a dúvidas, o negociador de Washington Jonathan Pershing disse que seu país não está em condições de oferecer uma quota sobre suas reduções de CO2 à atmosfera, como exige a comunidade internacional.
Inclusive foi para além em suas declarações quando assinalou que a administração do presidente Barack Obama também não está disposta a revalidar um tratado que não comprometa as nações em via de desenvolvimento com respeito a suas emissões de gases.
Numa tentativa por afastar os obstáculos que estavan a se colocar no encontro em cinco dias, o secretário executivo da Convenção da ONU para a Mudança Climática, Yvo de Boer, assinalou que os governos ainda podem atingir um grande acordo.
Não obstante pôs de parte que em Copenhague se consiga um tratado internacional sobre o complexo tema e augurou que um texto que cumpra todas as exigências requeridas será bem difícil e levará um tempo mínimo de três meses e máximo de um ano.
O grupo ambientalista criticou a atitude das nações industrializadas que, encabeçadas pelos Estados Unidos, adiaram a tomada de decisões com respeito ao clima na conferência de Barcelona, fechada a véspera depois de cinco dias de intensos debates.
Nesse encontro, ponto de preparação da Cúpula de dezembro próximo em Copenhague, Dinamarca, os estados pobres reclamaram aos países desenvolvidos diminuir as emissões de gases de efeito invernadouro em pelo menos 40 por cento.
Greenpeace denunciou que os países ricos fizeram ouvidos de mercador ante as reclamações das representações do chamado terceiro mundo, as quais representam a maior parte da população mundial e alertam sobre a catástrofe climática que se aproxima.
O grupo ecologista lançou seus dardos, em particular, aos Estados Unidos, quem considerou o maior contaminador da história, cujo governo não quer admitir como certo, a integridade dum acordo legalmente vinculante sobre o alarmante assunto.
A negativa da delegação norte-americana na conferência de Barcelona de jogar sobre a mesa as cifras concretas sobre suas reduções de dióxido de carbono (CO2), tornou-se quase uma utopia a obtenção dum futuro pacto vinculante na capital dinamarquesa.
A julgamento do Greenpeace, essa atitude permitiu que os países membros da União Européia (UE) e outros industrializados recuassem em seus compromissos, frente á magna reunião de Copenhague.
Enquanto os ricos perdem o tempo, incapazes de se pôr de acordo e preocupados só por proteger seus interesses económicos em curto prazo, os mais pobres sofrem já graves danos pela mudança climática em suas economias e populações, disse.
Na cidade catalã, o Grupo dos 77 (G-77), integrado por nações africanas, latino-americanas, asiáticas e economias emergentes como a China, responsabilizou o mundo industrializado ante um eventual falhanço da Cúpula de Copenhague.
A conferência na chamada cidade Condal foi considerada por Nações Unidas como uma das últimas possibilidades de chegar a um consenso no que ao clima respeita, prévio à reunião na Dinamarca, fixada para o próximo 7 de dezembro.
Numa confesão que não deixou margem a dúvidas, o negociador de Washington Jonathan Pershing disse que seu país não está em condições de oferecer uma quota sobre suas reduções de CO2 à atmosfera, como exige a comunidade internacional.
Inclusive foi para além em suas declarações quando assinalou que a administração do presidente Barack Obama também não está disposta a revalidar um tratado que não comprometa as nações em via de desenvolvimento com respeito a suas emissões de gases.
Numa tentativa por afastar os obstáculos que estavan a se colocar no encontro em cinco dias, o secretário executivo da Convenção da ONU para a Mudança Climática, Yvo de Boer, assinalou que os governos ainda podem atingir um grande acordo.
Não obstante pôs de parte que em Copenhague se consiga um tratado internacional sobre o complexo tema e augurou que um texto que cumpra todas as exigências requeridas será bem difícil e levará um tempo mínimo de três meses e máximo de um ano.
